Jornais impressos serão extintos
Quando escrevi o artigo Jornais impressos devem deixar de existir, muita gente me disse que eu estava ficando louco ou que perdi a noção das coisas. Mas para um futuro, não tão próximo assim, termos uma leitura diferenciada para o nosso jornal de cada dia.
Entendam que não sou, em hipótese alguma, contrário a existência dos jornais e muito menos da versão impressa deles, mas como toda evolução natural, em que envolve novas tecnologias, um dia se chega a troca definitiva. Até porque, é natural que se encontre, hoje, crianças com menos de 5 anos brincando em computadores e já se habituando a tecnologia e a internet, o que facilita no aprendizado de algum equipamento mai novo (gadget).
Bem, como uma das grandes provas dessa teoria, que não é conspiratória, a AbitibiBowater Inc. que é, nada mais nada menos, que a maior produtora de papel para jornais, na Amárica do Norte, pediu concordata nos Estados Unidos e as suas subsidiárias devem fazer o mesmo no Canadá. Tudo bem, que a empresa passará por uma reorganização e não deixara de operar, mas é notório que os negócios não andam bem para ela.
Além disso, vários outros jornais de menor expressão estão simplesmente fechando suas portas por falta de verba para custear suas operações. Com isso, vários jornalistas estão desempregados e sem ter para onde correr pois o mercado está, simplesmente, parado em vários países.
As grandes explicações para essa crise no mercado jornalístico tradicional, que podem ser dadas dentro do meu ponto de vista, são a de que a crise mundial pegou todo mundo despreparado, o mercado tradicional não se preparou para uma adaptação ou mudança com a chegada da internet e que os blogs tem crescido em escala exponencial, sendo usados como fonte de notícias. Com isso, a mídia tradicional impressa (jornais e revistas) não estão sabendo como reverter a situação e estão cada vez mais se afundando num mar muito obscuro.
O que fazer para reverter? A coisa não é tão simples como todos pensamos e nem fácil como colocam outros, será necessário uma reestruturação na captação de verbas (através de anúncios , classificados e parcerias), uma mudança na área editorial e no jornalismo em si(para que fique voltada para o público de internet) e diferenciais para atrair novos leitores. Acredito que dando estes primeiros passos, tudo começa a melhorar, mas só isso não vai salvar as mídias tradicionais do CAOS emq ue se encontram.









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