Que o Rio de Janeiro continua lindo, eu não preciso falar, até porque as imagem falam por si só.

Que o Rio de Janeiro vai ser sede da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016, eu também não preciso falar, pois o mundo já sabe e está aguardando,

 Copa e Olimpiadas

Agora, será que eu preciso falar que o Rio de Janeiro precisa de uma política de segurança séria, feita por pessoas sérias. que vejam a coisa como ela é e não como deveria ser? Todos nós sabemos que o Rio nunca foi exemplo de segurança e que os marginais comandam a cidade, basta estalar os dedos de dentro dos presídios para acontecer alguma tragédia, mas deixar o Rio, que é uma cidade linda, ser xacota no exterior é uma sacanagem.

O episódio em que o helicóptero da polícia foi abatido e caiu em uma vila olimpica, mostra que os traficantes não estão mais respeitando a polícia e começaram a medir força com ela. Que estão com armas melhores e cada vez mais bem abastecidos para essa guerra.

helicoptero da policia é abatido no rio de janeiro

Me pergunto porque o projeto de polícia pacificadora, que foi feito apenas em morros da zona sul da cidade não pode ser implantado na zona norte e suburbio do Rio. Deu certo, a criminalidade diminuiu, os toiroteios acabaram e o tráfico … bem, esse eu não sei se acabou, mas passou a conviver bem com a polícia por perto.

O caso do assassinato de um dos fundadores do afroreggae mostra o quanto a polícia tem, em sua corporação, policiais corruptos e mal treinados. Os dois políciais militares vão ser punidos exemplarmente porque a sociedade precisa ser enganada e a polícia precisa recuperar a imagem dela, pois o que eles fizeram acontece diariamente e em todas as regiões.

video-afroreagge 

Fora isso ainda teremos 3 anos, para a copa, e  7 anos de obras , para as Olimpíadas, consumindo o dinheiro do povo brasileiro. Que será abençoado com os investimentos e o dinheiro do público estrangeiro que virá ao Brasil ver os eventos. Bem se for igual foi ao Pan-Americano, a coisa vai ficar feia, até porque o Rio se afundou em dívidas e os investimentos e turismo não passaram perto do esperado.

Eu não sou contra o Brasil sediar eventos mundiais, apenas acho que teríamos que ter mais organização interna para poder fazer a coisa bem feita. Além disso, a segurança da cidade escolhida é frágil e vamos acabar vendo o que aconteceu na Eco 92, onde o Exercito tomava conta das favelas do Rio de Janeiro paras os turistas poderem passear tranquilos.

Vamos aguardar e ver se a politicada acorda para o problema que está embaixo de seu nariz. E amos ver a organização dos eventos e como o prestígio do Brasil vai se comportar lá fora.

Opinião

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Uma surpresa muito agradavél que tive foi a notícia que a Mesbla, uma antiga rede de lojas de departamento, retornará ao mercado online e quem sabe daqui a alguns anos possa voltar a ter lojas de rua.

Loja Mesbla no Rio de Janeiro

A Mesbla, que foi inaugurada em 1912 por uma empresa francesa, teve seus áureos tempos durante os anos 80 onde era considerada a 1 em vendas no mercado varejista nacional e tinha lojas grandes que vendiam de ferramentas a barcos passando por cama, mesa e vestuário. Chegou a ter 180 pontos de venda e 28 mil empregados, sendo as suas lojas consideradas pontos de referência devido a sua imponência. Depois de passar diverssos problemas nos anos 90, durante o governo sarney e o plano Real, foi adquirida pelo empresário Ricardo Mansur por 950 milhões de reais, entre concordatas e ações da empresa, mas não conseguiu evitar o fechamento em 1999.

O reaparecimento da marca vem a ser uma surpresa para muitos, que assim como eu, não acreditavam que um dia veriam novamente a loja que conheceram durante anos de suas vidas. Mesmo sendo um retorno online, podemos dizer que é um passo enorme para que várias marcas possam reaparecer de forma mais consolidada e com adminitração mais estável.

mesbla.com.br

O retorno é marcado pelo licenciamento da Marca e pelo reaparecimento de Ricardo Mansur ao cenário nacional. O projeto inicial, que deve iniciar a operação em meados de 2010,  prêve a venda de acessórios, maquiagens e produtos de decoração para a casa para o público feminino das classes A e B no cenário nacional. O que é bem arriscado e vai demandar bastante trabalho nas escolhas dos fornecedores e produtos a serem vendidos.

Sabemos também que será necessário muito investimento em mídias sociais e propaganda, pois a marca ainda vai lembrar a falência e o fechamento para todos aqueles que viveram a época. Mas pode ser uma boa prova de que é possível recuperar uma marca através das mídias sociais.

Agora é aguardar para ver o site em fincionamento, pois o acesso baseia-se somente em uma página inicial.

Economia

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O mês de outubro foi tenebroso para o Blog do The Best, pois passamos por diversos problemas técnicos e com a hospedagem. Acabamos por ficar por mais de 15 dias fora do ar e 5 dias para soluçao de problemas técnicos.

problemas

O custo de tudo isso é basicamente incalculável para o blog. O Google passou a ignorar o blog e retirou todos os links das buscas nesses 15 dias fora do ar, as receitas do parceiros foram zeradas e todo o trabalho de quase 4 anos jogado literalmente no lixo.

Você pode estar se perguntando “Porque ele está se explicando?” e o motivo é simples. Estou vindo explicar a todos, pelo simples fato de tenho respeito aos meus leitores e não poderia deixa-los sem uma explicação do porque disso tudo. Seiq ue nem todos vão ler essa postagem até o final, mas é interessante para quem quer saber o que aconteceu.

O principal problema foi quando eu atualizei um plugin e por algum motivo deu errado, ficando uma instrução consumindo o servidor de banco de dados. Fui informado pela hospedagem que o problema existia e que devia resolve-lo, porém suspenderam a minha conta e com isso nao tinha acesso aos arquivos e nem teria como solucionar o problema. Fiquei uma semana tentando contatos por e-mail e nenhuma solução, até que contactei o suporte via chat e reestabeleceram a minha conta para que resolvesse o problema.

Com isso 12 dias haviam se passados e uma decisão chegado, eu iria retornar a escrever regularmente no blog como antes. Daí surguiu o segundo problema, o editor e os botões do blog após a atualização para a versão 2.8.4 não estava mais funcionando e não iria conseguir escrever, adicionar tags e etc. Com isso comecei uma busca interminável de soluções, que terminou depois de 4 dias de muita luta.

Bem, depois desse sufoco todo com o blog funcionando normalmente anunciei o retorno e vinha postando, quando ontem me deparo novamente com o meu blog fora do ar. O que me deixou chateado e irritado, pois nem sequer houve um aviso prévio ou um motivo (que pelo menos eu saiba) para isso.

analise_solucao_problemas

O resultado disso tudo é que troquei o servidor de hospedagem da Argohost, o servidor que tirou o blog do ar, e passei para a Locaweb. Mas até isso me acarretou problemas, pois como não pude fazer um backup completo do blog perdi algumas imagens (que não tenho como recuperar) e posts (que foram re-postados ontem).

Espero que os problemas parem de acontecer e que o blog possa voltar ao que era em pouco tempo.

Blog do The Best

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Eu pensei muito antes de escrever, mas achei legal compartilhar essa experiência com vocês, até porque não estamos aqui somente para falar de coisas legais.

Hoje, dia 22/10/09, eu fui ao suoermercado Guanabara de Niterói e pude perceber que havia algo de errado, pois o estacionamento estava completamente lotado e haviam várias brigas por vagas. Eu fui procurar pelas vagas de deficientes, porque além delas ficarem mais próximas da entrada, normalmente, deveriam estar desocupadas. Tive a minha primeira surpresa a averiguar que as vagas de deficientes estavam totalmente tomadas, inclusive a faixa utilizada para montagem da cadeira de rodas.

Para minha sorte, tinha uma pessoa portadora de necessidades chegando ao estacionamento para sair e ela estava acompanhada de um segurança, pois estava utilizava um carrinho elétrico que o mercado disponibiliza. O que intimidou aos espertinhos de plantão que chegavam a ligar a seta, mas desistiam.

Depois de estacionar, perguntei ao segurança se poderia utilizar o carrinho elétrico. A minha resposta foi “Só um minuto” e ele trouxe o carrinho, dizendo que poderia usa-lo sem problemas. Daí, ele foi me acompanhando até a entrada do mercado e pude entrar com o carrinho elétrico para fazer compras pela primeira vez em um mercado.

A experiência que vou relatar agora pode ter fortes emoções e conter alguma dose de humor, mas é exatamente como me senti dentro do mercado com um carrinho elétrico.

carrinho_de_compras

A primeira impressão que você tem é a de que várias pessoas lhe acham um ET, porque ficam lhe olhando, olhando, olhando e tentam entender o que está acontecendo. enquanto isso outras acham que você é um carrinho de supermercado (um pouco diferente), pois jogam o carrinho em cima de você e não respeitam a sua posição de escolha nas prateleiras (quase sobem no carrinho para pegar os itens).

Por você estar sentado perdeu todos os direitos, inclusive o da fila preferencial. Ora bolas, você está sentado e não vai se cansar se esperar um poquinho como todos os demais, então querem que você passe para a fila do sem prioridade nenhuma (que vem depois da fila normal).

Andar pelo mercado parece uma pista de obstáculos, onde o deficiente além de controlar o carrinho elétrico, tem que usar todas as técnicas de direção defensiva. Sem contar com os carrinhos fantasmas que vem para cima de você e ninguém esta empurrando e aqueles que vem para cima pois o mal educado não pode ceder a vez para você.

Talvez este seja o ritmo louco em que todos vivemos ou, talvez, o mundo dos mais espertos (ou que se acham assim) ou apenas a visão de um ET, mas nessa minha experiência me senti exatamente como um carrinho de compras. Daqueles que ficam parados no corredor central para o dono ir buscar itens nos corredores internos, dos que as crianças brincam de bate-bate, do que só servem para carregar as compras ou dqueles que ficam com os itens devolvidos.

Geral

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internetA ANATEL esstá preparando um novo regulamento para as empresas que fornecem o serviço de internet  tenham em contrato uma velocidade mínima de fornecimento e a máxima. Essa velocidade terá que ser cumprida pela empresa, que poderá sofrer processos administrativos e multas.

O regulamento também terá, entre outros indicadores, taxas para medir a quantidade de falhas nas tentativas de conexão, o número de quedas na conexão enquanto a internet está sendo usada e o atendimento a reclamações e suporte.

Hoje, a maioria dos clientes de internet não tem noção da velocidade em que os seus dados trafegam na rede e o meis curioso é que não se tem nenhuma ferramenta homologada para se fazer essa medição. O que hoje podemos fazer para medir a velocidade é utilizar os “velocimetros” que existem na internet e normalmente são hospedados em sites de provedores. Quando eu preciso medir a minha velocidade uso o serviço do Speed Test.

A intenção da ANATEL é louvavel, porém todos nós sabemos que a fiscalização das operadoras somente funcionam através de denuncias e reclamações dos clientes. Os processos administrativos e multas para o governo são um início, porém o cliente que está sendo lesado, com uma velocidade abaixo da mínima contratada.

Via Estadão

Internet

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