geysi Arruda nuaComo todos já calculavaos, a polêmica com a estudante Geisy Arruda iria levar a mesma até uma revista masculina. Segundo a reportagem do Terra, a Playboy não está interessada na estudante, mas a Sexy está tentando iniciar as conversas com ela.

 Apesar de não ser o momento ieal para ela se expor, devido as intervenções do MEC e dosprocessos queestão se iniciado na justiça, o tempo também corre contra ela, pois os convites só etarão disponíves enquanto o caso estiver na mídia e na lembran

A Uniban chegou ao extremo do ridículo de voltar atrás na expulsão da Geisy Arruda e na suspensão dos alunos envolvidos. Ou seja, depois que colocou lenha na fogeira e analisou a crise emq ue se meteu com o MEC, Ministério Público, Organizações Estudantis, imprensa e com a população decidiu que era melhor não punir ninguém e deixar o caso de lado. O que mostra o total despreparo dos responsáveis pela universidade, pelos responsáveis pela sindicancia que foi instaurada, terminada em tempo recorde, com decisões duvidosas e que no fim foi revogada.

O assunto foi motivo para banalização do assunto por parte de estudantes da Universidade de Brasília que fizeram um protesto em favor da aluna e pela liberdade de expressão e pelo fim da opressão machista, conforme nota no G1.  É importante que se diga o seguinte: A liberdade de expressão não é se colocar sem roupa em um lugar público e não podemos confundir liberdade com libertinagem ou anarquia.

O que aconteceu com a estudante Geisy foi um ato impróprio, pois ela estava vestida e não quebrou nenhuma regra ou passou por cima de nenhuma lei. Já o que os estudantes de Brasilia fizeram é uma crime previsto no código criminal “Atentado ao pudor”, pois alguns estudantes estavam sem roupa.

Parece que se foi a época onde os estudantes brasileiros lutavam pela liberdade de expressão da forma correta. Com passeatas, músicas, textos, livros e artifícios que levarama população a lutar junto pelos seus direitos de liberdade como um todo. O que vemos hoje é apenas baderna e uma luta por uma liberdade que não é a correta.