Conforme havia dito na postagem anterior, vamos dar continuidade com os projetos inovadores da Olimpíada do Conhecimento destinados a melhor da qualidade de vida e inclusão dos deficientes. É muito bom ver que os jovens “aprendizes” estão engajados em projetos importantes para que tem alguma dificuldade e, com isso, estão aprendendo o sua profissão e um pouco sobre a dificuldade destas pessoas.

Olimpiada do Conhecimento – Inovação e inclusão para deficientes

Na área de competição, onde ficam os alunos explicando os seus projetos e tentando conquistar votos do público, podemos ver 3 projetos dedicados aos deficientes. O primeiro visa levar mais facilidade nas roupas mais pesadas para os deficientes, o segundo é de uma cadeira de rodas que é comandada por voz e o terceiro é de valorização da pessoa com deficiência.

O projeto “Roupas para deficientes” traz roupas que facilitam a forma que o deficiente vais e vestir. Imagine uma deficiente no dia do seu casamento tendo que colocar aquele lindo vestido de noivas e pense na dificuldade e quantidade de pessoas que ela necessitaria para coloca-lo.

Roupas para pessoas com deficiencia fisica

Pois é o projeto traz uma forma mais simples com um abertura lateral, para facilitar a sua vestimenta e não amassar o vestido. Esse é apenas um exemplo das roupas que o projeto apresenta e vale a pena parar e ouvir a explicação de como são confeccionadas.

O projeto mais interessante que vi durante o evento foi o da cadeira de rodas motorizada que se locomove aravés de comandos de  voz. O projeto foi desenvolvido pelos alunos Carlos Roberto Mariano dos S. Júnior e Ana Clara Moura Lessa, que são estudantes da unidade de Nova Iguaçu-RJ.

Eu poderia ficar contando tudo o que me foi dito, mas de uma forma inovadora para o blog, preferi fazer um vídeo e coloca-lo. Não deixe de ver pois vale a pena entender como foi pensado, executado e finalizado o projeto deles.

Para quem quiser ver mais fotos do evento, clique aqui e veja o Flickr oficial da Olimpíada do Conhecimento. Também pode-se obter várias informações pela cobertura oficial no twitter pelo perfil @olimpiada_senai ou pelo site oficial do evento.

Deficientes e Idosos, Eventos

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A Olimpiada do Conhecimento, criada pelo SENAI, é uma competição de educação profissional que visa premiar os seus melhores alunos. O evento foi criado em 2001 e, hoje, é o maior da América Latina na sua categoria.

Olimpiadas do Conhecimento 2010 - SENAI

A Olimpíada do conhecimento tomam os 5 pavilhões do Riocentro e traz muita coisa legal, além da competição. O evento tem palestras e seminários gratuitos para todas as áreas, ações educativas, stands de parceiros do SENAI com informações de produtos, mostra de projetos inovadores e a mostra SENAI de ações inclusivas.

Nesta postagem eu vou focar apenas nas ações inclusivas e nos projetos inovadores votados para os deficientes físicos. Mas indico que você não deixe de ir ao evento, pois tem muita coisa interessante e projetos/lições que podem mudar a sua vida.

Para começar, a minha jornada da Olimpíada do Conhecimento sem mudar meu cotidiano em geral, ao chegar no evento fui surpreendido com a informação que as vagas destinadas para deficientes próximas ao pavilhão 1, a entrada do evento, estavam ocupadas por carros oficiais. Achei muito legal que o funcionário conseguiu me deixar bem próximo, mas isso não retira a falta de educação, bom senso e cidadania de quem colocou o carro ali.

O evento é muito grande e você pode se perder entre os pavilhões, porém tem muita gente trabalhando para lhe dar informações e evitar que você ande muito. Como o Vice-presidente da República se encontrava no evento, todos os carrinhos elétricos (do tipo de golfe) estavam destinados a ele e sua comitiva e o zero a esquerda aqui teria que andar mesmo.

O que me chamou muito a atenção no evento e talvez tenha me levado a ir neste primeiro dia em que foi aberto ao público foram as ações inclusivas e os projetos inovadores que foram prometidos. E realmente me surpreenderam e deram a sensação de que caminhamos em uma direção muito boa, pena que o investimento nesta área seja muito pequeno.

Vou começar pelo item que me levou a ter curiosidade em ir ao evento, uma bengala com sensores de infravermelho e ultra-som. Ela promete indicar ao deficiente visual, através de vibração ou ruido sonoro, quando um obstáculo está a sua frente.

Olimpiadas do Conhecimento - Projeto da Bengala com sensores de InfravermelhoOlimpiadas do Conhecimento - Bengalas para deficientes com sensor

Olimpiadas do Conhecimento - Utilização da Bengala com sensorOlimpiadas do Conhecimento - Utilização da Bengala com sensor II

Clique na imagem para ampliar

Gostaria de deixar meu agradecimento ao Blogueiro Nickellis que teve a paciência e serviu de modelo na foto

Eu tive a oportunidade de testar o equipamento e comprovar que é muito funcional e ajudaria a um deficiente visual a caminhar tranquilamente na rua ou em qualquer ambiente com obstáculos. Ela ainda está nos moldes de um projeto e sem um acabamento comercial, mas mesmo nesse molde seria funcional e traria conforto ao deficiente.

No mesmo ambiente, podemos encontrar também uma cadeira de rodas Off-Road. Essa cadeira é destinada a pessoas que tem dificuldade de locomoção e desejam fazer passeios ecológicos, como caminhadas e trilhas leves.

Olimpiadas do conhecimento - Cadeira de rodas Off Road

O deficiente não tem nenhum controle sobre a cadeira e inclusive o torna totalmente dependente da equipe que está lhe acompanhando, mas como o importante é a sensação de liberdade junto a natureza isso se faz apenas um pequeno detalhe. Alias, a equipe deve ser bem treinada e forte pois precisará conduzir o deficiente por todo o caminho, seja empurando ou puxando a cadeira.

Você pode ter mais informações e ver fotos da cadeira no blog dos Caminhadores do RS. Aproveite para conhecer o trabalho da ONG, que coloca o eco-turismo ao alcance de todos.

A área de inclusão é grande, mas você também pode ter exemplos de pessoas que superaram as suas dificuldades e conseguem fazer as suas atividades profissionais de forma adaptada, mas sem perder a qualidade. No evento tinham costureiras cegas fazendo roupas e um técnico de montagem e manutenção de micros que utiliza os pés para montar e desmontar o micro, pois não tem os braços.

Também tem uma área para explicar como funciona o braille (escrita dos deficiente visuais) e a Libras (linguagem dos surdos e mudos) para o público em geral. Fora que ainda tem uma cinemateca adaptada, onde passam palestras e filmes relacionados a inclusão social dos deficientes.

Eu vou deixar os projetos inovadores para uma nova postagem, pois teremos um vídeo muito legal que mostrará o projeto de uma cadeira de rodas que aceita comando por voz e vários outros projetos legais. Mas se você quiser ver mais fotos do evento, clique aqui e acesse o meu flickr.

Deficientes e Idosos, Eventos

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Eu tive uma imensa alegria em perceber que os deficientes estão ganhando espaço em área importantes, e com isso as pessoas estão descobrindo como é a vida e o cotidiano de um deficiente. Com linguagem simples e bem divertida a Turma da Febeca chegou para mostrar um pouquinho disso tudo.

A estória  foi inspirada na vida real de duas estudantes cadeirantes, Fernanda Willeman, de 17 anos e Rebeca Sehman, de 15 anos, que o autor conheceu pelo orkut. O nome Febeca vem da união dos nomes das duas estudantes.

A ideia é do cartunista carioca Victor Klier de 39 anos. Ele trabalhou por 17 anos com o Ziraldo, escrevendo as histórias do Menino Maluquinho. O projeto da Turma da Febeca se iniciou em 2006, porém só houve uma publicação pela prefeitura de Porto Alegre e o autor está procurando uma editora para publicar as edições a nível nacional.

A turma conta com 15  personagens especiais e com diversas deficiências, cada um com um perfil diferente e com uma alegria infinita. Vamos conhecer alguns dos personagens:

Febeca

Ana

Lili

Para conhecer todos os 15 personagens da Turma da Febeca – Clique Aqui

Hoje é possível ler as historias da turma através do site, porém eu não sei como é feita a atualização da página.

Via 7 por 7

Deficientes e Idosos

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Amanhã, tem um evento muito legal para quem está no Rio de Janeiro, o 1º desafio de vôlei sentado. O evento contará com presença de atletas ilustres do nosso vôlei de praia e do de quadra (que vou citar abaixo) contra a seleção brasileira de vôlei sentado indoor, pois ainda não temos a modalidade sendo disputada na praia.

volei sentado

Para quem desejar conhecer mais um pouco do esporte, antes de ir ver o jogo ou por curiosidade, acesse o site www.voleisentadodepraia.com e tenha todas as informações sobre o vôlei sentado.

O desafio contará co a presença dos seguintes estrelas:

SheldaSandra Pires

Shelda e Sandra Pires – Medalhista Olímpica

Talita e Maria Elisa

Talita e Maria Elisa – Campeãs brasileiras de vôlei de praia em 2009

Fabi

Fabi Alvim – Libero da seleção brasileira de vôlei (colecionadora de títulos)

O evento estará acontecendo junto ao Projeto Praia para Todos, no posto 3 da Barra da Tijuca e tem início marcado para às 9:00 hrs. O grande barato é que você além de conhecer o vôlei sentado e ver a experiência que as veteranas das quadras de areia estarão obtendo, também terá a oportunidade de conhecer o projeto.

Deficientes e Idosos, Esportes

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A ONG Espaço Novo Ser, com apoio da sub-prefeitura da Barra e de patrocinadores, está com um projeto muito legal nas praias do Rio de Janeiro. Ele visa, nada mais nada menos, que levar deficientes a praia. E não é só até a areia não, é na água mesmo.

Os cadeirantes, infelizmente, não tem acessibilidade a praia e dessa vez não podemos culpar a prefeitura ou o governo, até porque a areia é um dos maiores problemas para a locomoção dos cadeirantes. Mas o projeto conta com uma esteira e cadeiras anfíbias, que se locomovem pela areia e levam o cadeirante a água.

Mas o projeto não fica só nessa de levar o cadeirante para a água, ele tem uma infra-estrutura montada para que o deficiente possa jogar volei sentado, surf adaptado,  frescobol, peteca e banho assistido na piscina para crianças. Além de contar com mais vagas de estacionamento reservadas, rampas de acesso, sinalização xonora e piso tatil para deficientes visuais.

O legal do projeto é que faz com que o espaço mais lindo e cobiçado do Rio de Janeiro possa ser usado de forma completa pelos deficientes, que antes dependiam de muita ajuda e esforço para poder usar a praia, o que se transformava em uma diversão que não era divertida, se é que me entendem.

Os depoimentos na matéria publicada na globo.com demonstra a felicidade de quem é deficiente depois que o projeto começou a funcionar. Por enquanto, o projeto está na Barra da Tijuca, mas ele deve começar a ficar intinerante.

Eu acho importante divulgar aqueles que apoiam projetos sociais eficientes e que levem, de certa forma, a felicidade a pessoas que precisem, principalmente se for a uam pessoa com problemas. Por isso apresento os patrocinadores do projeto e o pessoal que apoiou, assim como o calendário do projeto.

patrocinio -  projeto praia para todos

Parabéns a todos os envolvidos no projeto, são de pessoas assim que o mundo precisa e a acessibilidade que os deficientes tanto necessitam e não tem.

Deficientes e Idosos

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