Estamos regredindo e, talvez, retornando a época onde se prendia primeiro e depois perguntava-se alguma coisa. O caso da estudante Geisy Arruda, nós leva a repensar as leis do país e se realmente se faz valer o que está escrito na nossa Constituição.

loiravestido

O fato dela ter ido vestida com uma roupa curta e provocativa, mesmo que com a intenção de chamar a atenção para si, não poderia leva-la a ser expulsa da universidade. Primeiro porque como não está previsto a forma de se vestir por parte dos alunos ou a utilização de um uniforme, ela tem o direito de ir vestida da forma que deseja ou que acha de bom grado.

A universidade por si só não pode simplesmente coler algumas informações e depoimentos e decretar que a aluna está errada e deve ser expulsa. Por mais que os professores e responsáveis pela universidade tenham poder para fazer, eles não tem o poder de julgar e determinar sentenças a este nível. Até porque abre precedente para todas as demais unidades de ensino do país de expulsar qualquer aluno que estiver vestido da forma que eles interpretarem como inadequada.

Imaginem a quantidade de alunas que assintem as aulas de vestido e que agora deverão passar por uma análise de tamanho do vestido ou saia, transparencia e tamanho do decote. Não vai faltar professor querendo fazer a análise.

Eu entendi que a universidade Banderantes (UNIBAN) quis proteger os seus alunos e mostrar que tem força suficiente para punir quem estiver na sua frente. Até porque ela não teria como punir todos os alunos envolvidos (que chingaram, filmaram, etc), tanto pela quantidade como por causa da identificação dos mesmos (tinhamos muitos curiosos).Mas punir a parte mais fraca é sempre mais simples e menos dispendioso, mesmo que vá levar a universidade a tomar um processo judicial por danos morais, injúria e defamação.

O que a Uniban não esperava era a movimentação por parte do MEC e das autoridades, que agora vão pedir explicações a entidade. Dos jornais, revistas e blogs (nacionais e internacionais), que estão com o assunto em quase todas as pautas. E da comunidade online (no twitter e no , que está achando que a UNIBAN é uma bagunça e não tem capacidade de controlar e formar alunos com uma capacitação elevada.

Opinião

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Que o Rio de Janeiro continua lindo, eu não preciso falar, até porque as imagem falam por si só.

Que o Rio de Janeiro vai ser sede da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016, eu também não preciso falar, pois o mundo já sabe e está aguardando,

 Copa e Olimpiadas

Agora, será que eu preciso falar que o Rio de Janeiro precisa de uma política de segurança séria, feita por pessoas sérias. que vejam a coisa como ela é e não como deveria ser? Todos nós sabemos que o Rio nunca foi exemplo de segurança e que os marginais comandam a cidade, basta estalar os dedos de dentro dos presídios para acontecer alguma tragédia, mas deixar o Rio, que é uma cidade linda, ser xacota no exterior é uma sacanagem.

O episódio em que o helicóptero da polícia foi abatido e caiu em uma vila olimpica, mostra que os traficantes não estão mais respeitando a polícia e começaram a medir força com ela. Que estão com armas melhores e cada vez mais bem abastecidos para essa guerra.

helicoptero da policia é abatido no rio de janeiro

Me pergunto porque o projeto de polícia pacificadora, que foi feito apenas em morros da zona sul da cidade não pode ser implantado na zona norte e suburbio do Rio. Deu certo, a criminalidade diminuiu, os toiroteios acabaram e o tráfico … bem, esse eu não sei se acabou, mas passou a conviver bem com a polícia por perto.

O caso do assassinato de um dos fundadores do afroreggae mostra o quanto a polícia tem, em sua corporação, policiais corruptos e mal treinados. Os dois políciais militares vão ser punidos exemplarmente porque a sociedade precisa ser enganada e a polícia precisa recuperar a imagem dela, pois o que eles fizeram acontece diariamente e em todas as regiões.

video-afroreagge 

Fora isso ainda teremos 3 anos, para a copa, e  7 anos de obras , para as Olimpíadas, consumindo o dinheiro do povo brasileiro. Que será abençoado com os investimentos e o dinheiro do público estrangeiro que virá ao Brasil ver os eventos. Bem se for igual foi ao Pan-Americano, a coisa vai ficar feia, até porque o Rio se afundou em dívidas e os investimentos e turismo não passaram perto do esperado.

Eu não sou contra o Brasil sediar eventos mundiais, apenas acho que teríamos que ter mais organização interna para poder fazer a coisa bem feita. Além disso, a segurança da cidade escolhida é frágil e vamos acabar vendo o que aconteceu na Eco 92, onde o Exercito tomava conta das favelas do Rio de Janeiro paras os turistas poderem passear tranquilos.

Vamos aguardar e ver se a politicada acorda para o problema que está embaixo de seu nariz. E amos ver a organização dos eventos e como o prestígio do Brasil vai se comportar lá fora.

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Eu não conseguiria deixa de comentar sobre mais este absurdo que aconteceu no Rio de Janeiro, apesar de estar um pouco atrasado.

A greve é lícita e direito do trabalhador desde que não atrapalhe a vida dos demais, que na minha opinião só pode ser feita com passeatas e bloqueios em ruas de muito movimento, violência e eliminação completa do transporte público, fora isso acredito não ter violado o direito de greve do trabalhador. Na semana passada, no Rio de Janeiro, tivemos a greve dos ferroviários que praticamente parou o sistema de trens da capital e gerou muita confusão no transporte de massa.

Até então nada de errado nisso, a greve pegou muita gente de surpresa e superlotou os demais transportes públicos, como ônibus e metrô. Só que como toda greve no transporte deve-se assegurar que 30% do serviço esteja funcionando e operante, o que não foi diferente e segundo a estratégia da concessionária Super Via, a prioridade seriam os trens do ramal Deodoro-Centro com trens paradores (que param em todas as estações).

O grande problema encontrado era que o tempo entre as composições que diariamente é entorno de 7 minutos passou para, no mínimo, 30 minutos e a quantidade de passageiros era maior que o suportado pelos trens que estavam circulando. O despreparo da empresa  foi tão grande que os funcionários não sabiam dar informações a população e os seguranças simplesmente passaram a função de carrasco (ou seguranças de baile funk).

A minha pergunta é a seguinte: “Será que as instruções para que eles mantivessem a ordem a qualquer custo não foi dada pela empresa?”. Se foi feito isso, a interpretação é feita a critério de cada um e como a violência policial é comum na capital, eles se acharam no direito de fazer parecido.

A concessionária, como todas as outras de vários serviços, não tem fiscalização nenhuma do governo, que por muitas vezes só vai verificar que o serviço está sendo prestado com uma qualidade muito abaixo do esperado quando acontece alguma tragédia ou quando cenas como essa são vistas na televisão. E o pior de tudo isso é que o serviço continuará sendo prestado da mesma forma, com péssima qualidade e a concessionária deverá apenas ser multada (para colocar mais dinheiro nos cofres do governo), apesar de ter quebrado o contrato e poder perder a concessão.

Vamos ver o que vai acontecer, pois até agora apenas foram demitidos e indiciados, na polícia, os funcionários que apareceram no vídeo.

Opinião

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Quando escrevi o artigo Jornais impressos devem deixar de existir, muita gente me disse que eu estava ficando louco ou que perdi a noção das coisas. Mas para um futuro, não tão próximo assim, termos uma leitura diferenciada para o nosso jornal de cada dia.

jornal

Entendam que não sou, em hipótese alguma, contrário a existência dos jornais e muito menos da versão impressa deles, mas como toda evolução natural, em que envolve novas tecnologias, um dia se chega a troca definitiva. Até porque, é natural que se encontre, hoje, crianças com menos de 5 anos brincando em computadores e já se habituando a tecnologia e a internet, o que facilita no aprendizado de algum equipamento mai novo (gadget).

Bem, como uma das grandes provas dessa teoria, que não é conspiratória, a AbitibiBowater Inc. que é, nada mais nada menos, que a maior produtora de papel para jornais, na Amárica do Norte, pediu concordata nos Estados Unidos e as suas subsidiárias devem fazer o mesmo no Canadá. Tudo bem, que a empresa passará por uma reorganização e não deixara de operar, mas é notório que os negócios não andam bem para ela.

Além disso, vários outros jornais de menor expressão estão simplesmente fechando suas portas por falta de verba para custear suas operações. Com isso, vários jornalistas estão desempregados e sem ter para onde correr pois o mercado está, simplesmente, parado em vários países.

As grandes explicações para essa crise no mercado jornalístico tradicional, que podem ser dadas dentro do meu ponto de vista, são a de que a crise mundial pegou todo mundo despreparado, o mercado tradicional não se preparou para uma adaptação ou mudança com a chegada da internet e que os blogs tem crescido em escala exponencial, sendo usados como fonte de notícias. Com isso, a mídia tradicional impressa (jornais e revistas) não estão sabendo como reverter a situação e estão cada vez mais se afundando num mar muito obscuro.

O que fazer para reverter? A coisa não é tão simples como todos pensamos e nem fácil como colocam outros, será necessário uma reestruturação na captação de verbas (através de anúncios , classificados e parcerias), uma mudança na área editorial e no jornalismo em si(para que fique voltada para o público de internet) e diferenciais para atrair novos leitores. Acredito que dando estes primeiros passos, tudo começa a melhorar, mas só isso não vai salvar as mídias tradicionais do CAOS emq ue se encontram.

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abandono-hospitaisTem coisas que são inacreditáveis e muita gente duvidaria que acontecesse, mas elas acontecem e são reais. Você leu certo o tíltulo do post, Mães foram trocadas no Hospital, e não pense que eu sou o errado não.

Duas senhoras entram no pronto socorro de São Gonçalo, no Rio de Janeiro, em dezembro com derrame, sendo que uma delas não resite e a outra tem alta em abril (18 dias atrás). Até ai nada de anormal, pessoas resistem ou não ao derrame cerebral, porém elas foram trocadas de família.

Epa! Como assim Bial? A paciente que morreu foi entregue para uma familia que não era a dela e a paciente que teve alta foi levada para casa por outra família. Você deve estar pensando que é impossível? Como uma família que conviveu muitos anos com um a pessoa não percebeu o erro? Pois é, eu também me fiz essas mesmas perguntas e não consegui até agora encontrar uma resposta satisfatória.

O pior da história foi que a família que recebeu a paciente morta simplesmente sepultou-a, mas será que elas eram tão parecidas assim que ninguém viu que não era a sua mãe? A resposta é que as famílias perceberam que a paciente não era seu familiar, porem foram convencidos pelo hospital que eles estavam enganados e acabaram recebendo o óbito e enterrando o corpo.

Já a outra família também viveu o mesmo drama e acabou no mesmo final, onde o hospital convenceu-os que era sua familiar. Mas ninguém contava que a paciente retomasse a consciência e percebesse que não estava em casa e pudesse fornecer o seu endereço real.

Você achou que a história acabou? Claro que não. No registro do hospital consta que uma das pacientes, Maria Rita, teria entrado em dezembro e falecido 30 minutos depois devido ao derrame e a outra paciente, Vilma Maria, teria dado entrada no pronto socorro e fevereiro e está sem data de liberação (não teve alta para ir embora).

Eu não vou nem comentar sobre esse assunto, mas ele demostra o grau de organização da saúde brasileira e a total confusão em que se encontram os nossos hospitais. É muito triste, mas a nossa realidade.

Você pode ler mais aqui

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