Theme_Hospital.front_cover Pelo menos 1.250 estrangeiros estão morando no Brasil — de forma legal ou clandestina — para ter acesso a tratamento contra a AIDS.

Os dados são do Sistema de Controle Logístico de Medicamentos (Siclom), do Programa Nacional de DST/Aids. Como 42% das Unidades Dispensadoras de Medicamentos (UDMs) não utilizam o sistema, o número deve ser bem maior.

Os estrangeiros buscam tratamento no Brasil por falta de atendimento universal para portadores de aids em seus países. O programa brasileiro de combate à doença atende atualmente 180 mil pessoas, é reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como referência internacional.

E olha que nossa saúde pública está na UTI, com hospitais e equipamentos sucateados e o investimento muito pqueno para a importância do serviço.

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AIDSA Merck testou em mais de 3 mil voluntários uma vacina para a AIDS, porém estas pessoas foram orientadas a fazer exames extras para verificar possiveis infecções. Os pesquisadores salientam que ainda não têm informações suficientes para afirmar se, de fato, as pessoas vacinadas estão mais suscetíveis ao HIV, mas disseram que as informações iniciais sobre o projeto de pesquisa, abandonado repentinamente no mês passado, são preocupantes.

 É chocante como pesquisas desse nível podem trazer a desgraça na vida de pessoas, que se voluntariam por causa do dinheiro que é pago pelos laboratórios. Nos Estados Unidos a maioria dos voluntários são imigrantes ilegais no país que tem essa foma de conseguir mais dólares para sobreviver.

Devemos lembrar também que as mesmas pequisas que levam a desgraça também podem eliminar doenças. Temos vários casos de vacinas que são utilizadas como a da poliomielite, rubéola, sarampo, gripe, etc. Devemos lembrar que todas precisaram passar pelos testes com voluntários antes de serem liberadas para uso.

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AIDSCom a evolução da medicina e a melhora da qualidade de vida dos portadores do HIV, os médicos brasileiros passaram a classificar a AIDS de fatal para crônica. Porém não podemos compara-la com as demais doneças crônicas pois ela ainda é perigosa e fatal.

A AIDS teve seu primeiro caso diagnosticado no país a quase trinta anos, em 1980, e todos os casos eram considerados fatais e a perspectiva de vida era muito pequena. Hoje com a evolução dos medicamentos a qualidade de vida melhorou muito, mas ainda esta longe de ser a ideal, e o paciente consegue viver muitos anos, se ajustar os medicamentos e as mudanças de hábitos indicadas ao tratamento.

Há cerca de 450 mil casos de Aids identificados no Brasil, mas estima-se que existam 600 mil pessoas infectadas no país. Dos casos identificados, 80% concentram-se nas regiões Sul e Sudeste.

Os métodos de prevenção da AIDS são simples, porém muitas pessoas preferem ignora-los. O Ministério da Saúde mantem os Centro de Testagem e Aconselhamento, onde é possível fazer o teste de HIV, sífilis e hepatites B e C gratuitamente, para saber onde encontrar o mais próximo e obter mais informações clique aqui.

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