Não me perguntem como eles conseguem dar esse efeito tridimensional nas imagens pintadas porque não tenho a resposta, mas que o talento artístico dos pintores é notório e indiscutível. São verdadeiras obras de arte sobre rodas.

A técnica se chama aerografia e é feita “manualmente” pelos pintores, por este motivo cada obra de arte nunca fica igual a outra, dando exclusividade ao cliente. Veja algumas delas (para aumentar a imagem clique sobre a miniatura):

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( Clique nas imagens para vê-las em tamanho maior )

Para ver mais pinturas em carros e motos clique aqui.

Automotivo, Curiosidades

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Esculturas em madeira sempre requerem um cuidado especial e uma técnica super especial, principalmente para talhar de forma correta. Se para as pequenas esculturas é asism, imagine para obras de arte feitas em troncos inteiros e com a utilização de uma serra elétrica.

O escultor Randall D. Boni (que não é parente do Boninho, diretor do BBB) é um talentoso artesão que consegue trazer beleza, delicadeza e perfeição a suas obras, utilizando uma serra elétrica em um tronco de árvore cortado. Veja nas fotos abaixo ( clique na imagem para aumenta-la):

what_is_real_woodcarving_02Arte na madeira - Escultura em troncos - Imagem 02

Arte na madeira - Escultura em troncos - Imagem 03Arte na madeira - Escultura em troncos - Imagem 04

Arte na madeira - Escultura em troncos - Imagem 05Arte na madeira - Escultura em troncos - Imagem 06

Arte na madeira - Escultura em troncos - Imagem 07Arte na madeira - Escultura em troncos - Imagem 08

Arte na madeira - Escultura em troncos - Imagem 09Arte na madeira - Escultura em troncos - Imagem 10

Via Zitos Loko

Curiosidades

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Uma boa notícia que a fusão entre o Itaú e o Unibanco trouxe para os clientes Itaú neste primeiro momento, foi a inclusão deles na promoção que dá 50% de descontos nas salas de cinemas do Unibanco.

Os cliente do Unibanco já tinham direito a promoção nas salas do banco que ficam situadas em São Paulo, Rio, Curitiba e Porto Alegre. A programação inclui a estréia do filme  007 – Quantum Of Solace, que estreiou na sexta feira, entre outras opções.

O legal das salas de cinema do Unibanco, pelo menos na do Rio de Janeiro, é que ela une a arte das telonas (cinema) e artes tradicionais (exposições) de uma forma bem sutil. Para saber mais sobre a programação das salas de cinema, basta clicar aqui.

Geral

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A Verbo, evento de performance que ocorre anualmente na galeria Vermelho, em São Paulo, chega à sua quarta edição apresentando 51 projetos que refletem a tensão provocada pela performance na arte atual.

A mostra, que começa no dia 15/07, reunirá fotos, instalações, performances, vídeos e stilos de vídeo que apontam para a tentativa do artista de colocar em perspectiva um diálogo com o observador por meio do seu corpo, informa a galeria.

Realmente eu ficaria tenso demais se uma mulher desse tamanho chegasse ao meu lado e me chama-se de amor.

Vi aqui

Esportes, Geral

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Vamos conhecer um pouco sobre Bonsai, afinal de conta essas plantas são lindas e cativantes. Os japoneses desenvolveram a técnica de cultivar, porém os chineses que deram origem.

Para ser considerado um Bonsai é necessários que a planta preencha alguns requisitos básicos:

  • Deve estar plantada em um vaso raso
  • Deve ser uma replica de uma árvore ou arbusto natural

O conjunto sempre expressa uma visão natural e tenta repassar ao ambiente uma paisagem. Eles são classificados em diversos modelos:

VERTICAL FORMAL – “CHOKKAN”

Como o próprio nome indica, o tronco é vertical e absolutamente reto, com perfeita conicidade e galhos em todas as direções. Na natureza, árvores desta conformação indicam um crescimento livre de adversidades. Este estilo representa o máximo de equilíbrio, sendo, para tanto, fundamental um nebari bem formado por raízes fortes e dispostas radialmente.

VERTICAL INFORMAL – “MOYOGI”

É o estilo que mais identifica a arte do bonsai – é o mais popular. O tronco é ereto, porém com curvas que o movimentam em todas as direções. O eixo principal da árvore tem que conter o ápice e o nebari (permitidos pequenos desvios). Caso contrário, resultaria o estilo inclinado.

INCLINADO – “SHAKAN”

Neste estilo, o tronco é reto, porém deslocado do seu próprio eixo, ou seja: inclinado. O mais difícil é obter equilíbrio visual com uma árvore com desequilíbrio físico. O equilíbrio visual é buscado através da oposição do ápice, dos galhos e/ou do nebari, ou seja, enfatizando-se em sentido oposto à inclinação do tronco o que de mais favorável se tem do ápice, dos galhos e do nebari.

VARRIDO PELO VENTO – “FUKINAGASHI”

Como definido pelo nome, indica o desenvolvimento de uma árvore sob o regime de vento predominante, causando a inclinação do tronco naquele mesmo sentido, bem como “marcas” no lado que recebe o vento. Dada esta condição adversa, a copa não apresenta densidade.

LITERATO – “BUNJIN-GI”

É o estilo em que a predominância de massa verde encontra-se no alto do bonsai. Caracteriza-se por linhas fluídas, limpas e elegantes. Este estilo “adota” outros estilos para a sua existência – podemos ter o literato “sôbre” os estilos vertical, inclinado, cascata e outros.

VASSOURA – “HOKIDACHI”

Neste estilo, o tronco é absolutamente reto e vertical, subdividindo-se em inúmeros galhos que, nascendo de um mesmo ponto de tronco e em todas as direções, formam uma única copa. Dada a grande quantidade de galhos que formam a copa, é importante que se elimine aqueles que “atravessem” a copa, possibilitando as melhores ensolação e aeração do conjunto.

CASCATA – “KENGAI”

No estilo cascata a árvore apresenta forte inclinação vertical no sentido da face lateral da bandeja. A parte mais externa da árvore deve estar em nível inferior ao fundo do vaso. Variações deste estilo apresentam tronco único ou múltiplo, presença ou não de ápice.

SEMICASCATA – “HAN-KENGAI”

Neste estilo, a árvore também inclina-se para baixo, embora de forma menos acentuada. A parte mais baixa da copa/tronco situa-se próxida altura do vaso, com inclinação em torno dos 45°.

TRONCO DUPLO – “SOKAN”

Este estilo decorre de uma árvore com dois troncos nascidos de uma mesma base, sendo um predominante em relação ao outro – mais alto e mais grosso. O movimento geral das duas “árvores” deve ser o mesmo, haja visto que se desenvolveram sob as mesmas condições. Neste estilo, a exemplo de todos os outros com mais de uma árvore, a “planta” menor inclina-se “para fora” da maior “fugindo” da sombra da maior.

DOIS TRONCOS – “SOJU”

A diferença básica deste para o estilo tronco duplo reside nas raízes. Naquele a base é única enquanto que no “SOJU” os nebari são independentes. Uma nomeclatura mais adequada para o estilo seria: “árvores gêmeas”.

TRONCO MÚLTIPLO – “KABUDACHI”

São considerados tronco múltiplo árvores com cinco ou mais troncos em um único nebari. É muito importante que o trabalho com cada tronco/copa leve em conta o resultado do conjunto, o que, para tanto, alguns troncos podem/devem ser “vistos” como galho.

BALSA – “IKADABUKI”

Este estilo tem origem numa árvore tombada, de cujo tronco em contato com o solo surge um extenso enraizamento e, conseqüentemente, múltiplas brotações e/ou modificação de antigos galhos em novos troncos. Usualmente, neste estilo tem-se um monótono alinhamento dos múltiplos troncos. A inclinação (para frente e para trás) dos vários troncos tende a minimizar tal situação. Em outro estilo muito semelhante a este, o “NETSURANARI”, esta linearidade não ocorre tão freqüentemente, pois os múltiplos troncos são formados de uma raiz que se estende sobre o solo de forma sinuosa.

BOSQUE OU FLORESTA – “YOUSE-UE”

São grupos de pelo menos cinco árvores plantadas em conjunto. O número de árvores que compõe o grupo deve ser ímpar, até que se atinja uma quantidade de unidades tão elevada que a contagem dos troncos deixe de ser possível com uma simples observação do conjunto. Também neste estilo prevalece o sentido de grupo – triangulação, profundidade, equilíbrio. A formação do bosque pode ser expressada por dois ou mais sub-grupos, sempre prevalecendo o todo em relação às unidades.

RAÍZES SOBRE A ROCHA – “ISHITSUKI”

Este estilo agrega, além da árvore e da bandeja, um novo elemento da composição: uma pedra. Neste caso as raízes são “altas” e descem a pedra, em forma de “abraço apertado” em direção ao substrato da bandeja. Espaços ou vazios entre as raízes e a rocha reduzem a qualidade do bonsai. Uma variação deste estilo resulta de plantar a árvore na rocha, ou seja, em depressões adequadas para receber o substrato e a árvore.

RAÍZES EXPOSTAS – “NEAGARI”

Este estilo expressa bem o embate da árvore contra as forças da erosão. Nesta luta a árvore sob a ameaça da derrubada natural, conseqüente da progressiva retirada do seu solo de sustentação, multiplica e fortalece suas raízes cada vez mais expostas. Assim, no bonsai deste estilo as raízes expostas mostram-se como parte do tronco.

Curiosidades, Geral, Saúde

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