Nosso querido Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que diz não usar seu governo para fazer campanha política e não pensar em um 4º mandato (apesar de ter dito que em 8 anos não dá para fazer nada), informou a toda a população que dará um aumento no bolsa família.
Bem até ai não teria nada demais, porém como o governo sempre diz que não tem dinheiro para nada e sempre cria um impostinho para esses gastos especiais, como temos visto a CSS para a saúde, desta vez não vai precisar. O Presidente disse que vai pessoalmente falar com o Mantega para que ele arrume esse dinheirinho sem onerar o povo brasileiro.
O aumento do bolsa família deve ser maior que o dos aposentados e o do salário de muitos servidores, pois vai acompanhar a inflação ou o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) que atinge a casa dos 6%. Levando-se em consideração que os aposentados receberam 5%, eles receberam um aumento maior.
Mas porque o Brasil teria esse dinheirinho extra para o bolsa família e não teria o dinheirinho extra para a saúde? A resposta é simples, porque o bolsa família é o programa político que mais traz votos ao nosso presidente, até porque ele distribui dinheiro a todos, nem sequer verifica ou audita para quem deu o dinheiro. as como isso traz votos e alianças políticas fortes o Mantega vai ter esse dinheirinho a mais para soltar, afinal de contas é um pedido pessoal do presidente Lula.
Em relação à aprovação da Contribuição Social para a Saúde, na Câmara, Lula vai usar a tática de tirar o governo de qualquer responsabilidade e empurrar a culpa no Congresso, mas deve-se lembrar que ele impôs que no projeto tivesse informado de onde seria tirado o dinheiro que o governo não tinha.
É muita politicagem para um governante que arrecadou muito e nada fez em pró dos brasileiros. Manter a inflação baixa e aumentar as exportações era obrigação da continuidade do governo anterior.
Politica e Legislação
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Nosso presidente, que nunca sabe de nada, quer apoio da base aliada para vetar o projeto que será votado no Congresso Nacional. As duas propostas previdenciárias, uma que acaba com o fator previdenciário e a outra que estende aos inativos o reajuste do salário mínimo, e a emenda 29, que destina mais recursos federais, estaduais e municipais para a saúde, estão causando dor de cabeça ao nosso presidente, pois elevará os gastos do governo e ele diz que não tem de onde tirar o dinheiro.
A emenda 29 diz que a União deve repassar 8,5% da sua receita bruta, os Estados deverão repassar 12% de sua arrecadação e os municípios 15% para o setor da saúde (que nem tá precisando né?).
Uma das propostas previdenciárias diz que estende para aposentados e pensionistas do INSS o reajuste de 4,5%. A previsão é estender o percentual para os beneficiários que recebem até um salário mínimo. Segundo governistas, a medida poderá custar R$ 3,5 bilhões aos cofres públicos.
A outra proposta é a de acabar com o fator previdenciário. Ele já gerou ganhos de R$ 10 bilhões para os cofres públicos. Como o aumento é gradativo, conforme vão sendo concedidas as novas aposentadorias, somente no ano passado foram R$ 3,4 bilhões. Neste ano, segundo ele, a economia poderia ficar entre R$ 5 bilhões e R$ 6 bilhões.
Senho Presidente “Çilva” os aposentados precisam se vestir, comer, comprar remédios, morar e pagar suas contas. Se você não sabe de onde tirar o dinheiro pode me perguntar que eu te digo.
Que tal começarmos cortando os auxílios para manter as crianças na escola? Ir a escola é um dever (não só da criança como da mãe) e não deve ter salário para isso. Que tal conceder menos bolsas famílias para quem não precisa? Já tivemos diversos casos. Que tal tirar um pouco dos benefícios dos nossos congressistas e senadores? Eles precisam de algumas regalias mas não de tantas.
Está bom, ou precisa de mais??
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Exercendo o seu direito contratual, a VeriSign está aumentando os preços das inscrições em nomes de domínio .com e .net. É o segundo aumento desde que a empresa assumiu o controle destes dois TLDs (Top Level Domain, a última parte de um nome de domínio), em 2006.

Atualmente, paga-se á VeriSign US$ 6,42 ( que equivale a R$ 11,17 ) por um domínio .com e US$ 3,85 ( R$ 6,70 ) por um .net. Em outubro, os preços aumentarão para US$ 6,86 (R$11.93) e US$ 4,23 (R$7,36), respectivamente. Lembrando que são anuidades e que o preço final ao consumidor brasileiro é diferente porque tem o lucro da empresas que cadastram o dominio.
Em um comunicado á imprensa, justificando o aumento, a VeriSign disse que isso se deve ao aumento do volume de tráfego e dos ataques cibernéticos globais sobre a infra-estrutura TLD que ela é responsável. A empresa diz vai aumentar a capacidade da infra-estrutura em dez vezes até 2010 bem como aumentar a capacidade de 400 milhões de consultas por dia para mais de quatro trilhões, embora atualmente tenha apenas picos de 33 mil milhões de consultas por dia.
Quem pretende comprar um domínio deve pensar logo, pois eu acredito que os aumentos vão chegar em proporções maiores aos interneutas brasileiros. Hoje em média, um dominio .com ou .net está sendo adquirido entre R$ 20,00 e R$ 25,00, que é quase o dobro do que se paga a verisign.
Obs.: A conversão em real foi feita com a cotação do dollar do dia da postagem.
Fonte: Forum do Baboo
A Aneel e a Petrobras já estão começando a conscientizar a população que teremos aumento nos próximos dias, devido a crise energetica do país. Esta crise acontece quase todo ano, e tem como causa a falta de chuva que consequentemente causa a baixa dos reservatórios das hidroelétricas.
Mas até agora só falamos de crise no setor eletrico, o que o gás natural tem a ver com isso? O Brasil fez um plano de contigência para a seca, que consiste no acionamento de termoelétricas movidas a gás natural, que é forneceido pela Petrobras.
O gás natural é, hoje, utilizado por consumidores domésticos (bujões e gás de rua), veículos automotores (GNV) e por indústrias. O Brasil não é auto suficiente em gas natural e para suprir a parcela que falta importa o produto de outros países, como a Bolívia. Porém, por um problema na Argentina, o Brasil está importando menos da Bolívia para que esta possa enviar maior quantidade para a Argentina suprir seu problema energético (que coisa confusa, né?).
Bem o que se anunciou é um aumento final (no posto) de 20% no GNV e de 27% no gás natural enviado para as industrias, a Petrobras não citou se teremos aumento no gas de cozinha. Segundo o presidente do Sindicom (Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes) o gás ainda vai manter sua competitividade perante aos outros combstíveis (isso é o que ele diz … ). Já as indústrias afirmam não saber se compensa manter o gás como matriz energetica.
Não sou nenhum matemático, mas o preço do GNV será igualado ao do Alcool. Com isso a Petrobra vai conseguir desistimular a população de converter seus carros para GNV, que além de ter o custo do Kit (em torno de R$1.400,00), tem a homologação anual ( entorno de R$80,00), as taxas do Detran (normalmente 1 duda de R$90,00) e a manutenção do veiculo (que aumenta devido a adaptação).
Já o aumento da energia elétrica, agora no início, somente afeterá os grandes consumidores (de mais de 3 MW/hora) como industrias e alguns shoppings centers, mas nada impede de termos um aumento nos consumidores domésticos, como de praxe no Brasil.
Economia
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