As mulheres brigaram muito para terem os seus direitos respeitados e, basicamente, já conseguiram a igualdade com o sexo oposto em quase todas as áreas. Hoje, é dificil você encontrar mulheres submissas ao homem, exceto nas sociedades onde a religião ou a educação ainda são impostos de forma arbitrária.
Todas elas se orgulham de terem alcançado o mesmo patamar que os homens e disputarem de forma igual a qualquer disputa (quase todas), inclusive em locais como obras, direção de veículos pesados (caminhões e ônibus), serviços que exigem força e outros onde se sobrepõe ao homem, pois necessitam de força e virilidade. Há quem discuta se o movimento não deveria ter um limite ou se ele já ultrapassou esse limite, mas o importante é que os direitos foram conquistados.

Imagem por revolta_global
Porém em alguns casos o mesmo movimento que é a favor de direitos iguais vai de encontro com o inverso, pois não teria sentido igualar os direitos que não favorecem em nada as mulheres. Para que se tenha idéia, a quantidade de agressão que temos no Brasil provocadas por mulheres é imensa, porém quando o homem chega para efetuar o boletim de ocorrência a primeira pergunta do investigador(a) é “Ela fez isso em legítima defesa? Você tentou agredi-la primeiro?” e não quem tire isso dos olhos de advogados e juízes, pelo simples fato de que as mulheres continuaram sendo o sexo frágil e indefeso (que é pura demagogia).
Bem, voltando ao título, existem pessoas que casam e não sabem dar o devido valor a sua mulher. Alguns maltratam, outros batem, outros fazem ela de empregada, outros trocam por cervejas …. Epa, trocam por cerveja? Isso mesmo que você leu.
Na Alemanha, um homem foi condenado por alugar os serviços sexuais de sua mulher ao vizinho pela quantia de uma caixa de cerveja por dia. A justiça, da província de Fulda, condenou-o a três anos de prisão e um tratamento contra o alcoolismo nesse período, já o seu vizinho foi condenado por abusos sexuais a dois anos de liberdade condicional, por não ter nenhum antecedente criminal. Segundo a mulher, que tem três filhos, aceitava as relações por medo de sofrer maus tratos do marido.

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A que preço uma mulher pode ser vendida assim a outra pessoa de uma forma tão banalizada e por um preço tão baixo. É nessas horas que não entendo onde estão as mulheres forte e lutadoras, que conquistam os seus direitos e lutam por igualdade.
Por mais que possamos falar que isso foi um caso isolado e não acontece com frequência, é apenas para que em nosso sub-consciente fique a tranquilidade. Casos com o dessa mulher de 32 anos são muito comuns, no Brasil e fora dele, e o pior que não são somente com mulheres adultas e sim com crianças e jovens. O mundo chegou a um ponto que os pais querem tirar proveito da filhas de qualquer forma, se não for trabalhando em casas de família ou biscates, são vendidos os corpos delas de uma forma brutal e inconsequênte.
Pergunto novamente, cade as mulheres que lutam por seus direitos? Porque não se unem nessa causa tão nobre para lutar pelo direitos das outras que estão escravizadas e sem poder fazer nada? algumas vão dizer que isso é responsabilidade do estado e da polícia, outras falaram que não há o que fazer se a violência doméstica existe, outras vão simplesmente falar que basta ir a delegacia e dar queixa, mas a maioria continuará sem fazer nada e ainda culparão os homens por isso tudo.
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