Política digital

Quem lê o título acha que estarei falando de leis e políticas da internet, mas na verdade não é nada disso. Apenas falaremos da política entrando na era digital.

Projetos de lei enviados eletrônicamente

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A Camara dos deputados está implantando, atraves do Programa de Desmaterialização de Processos e Documentos da Câmara dos Deputados, lançado nesta semana, fazer com que os projetos de lei e decretos seja enviados eletrônicamente pelo Sisleg (Sistema de Informações Legislativas). O sistema evitaria que o parlamentar, autor da proposta,  estivesse presente na apresentação do documento à Secretaria-Geral da Mesa.

Com o Programa de Desmaterialização de Processos, o deputado poderá enviar o projeto online pelo Sisleg, direto do gabinete, e autenticar o original, além de autenticar a si próprio como autor da proposição, com duas ferramentas tecnológicas: identificação biométrica e certificação digital. “A biometria hoje já é usada para identificar o deputado nas votações em plenário. Agora, o parlamentar terá também o certificado digital, aliado à biometria”, explicou Mônica Cerqueira, assessora de Projetos Especiais da Diretoria Geral e gerente do programa.

No início, a apresentação das propostas legislativas continuará sendo feita presencialmente, embora já com certificação digital. Isso até que os 513 deputados já tenham seu certificado digital e estejam treinados para lidar com a tecnologia.

Projeto de lei quer trocar títulos de eleitores por impressão digital

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Um projeto de lei da Câmara dos Deputados  propõe que o título de eleitor em papel seja substituído pela impressão digital durante o voto eletrônico para coibir fraudes nas eleições. A medida faz parte de um relatório de autoria do deputado Vital do Rêgo Filho (PMDB-PB) que será entregue nesta quinta-feira, 22/11, à Subcomissão Especial de Segurança do Voto Eletrônico, ligada à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

O deputado sugere o uso da biometria em todas as urnas eletrônicas dentro de quatro anos. Assim o eleitor não precisará mais apresentar o título em papel para se identificar nos postos de votação. Essa comprovação será por meio de sua impressão digital. O uso dessa tecnologia é para reforçar a segurança do voto eletrônico, coibindo fraudes.

Seria menos um documento a se guardar, mas não foi pensado em como deixar o eleitor sabendo qual a zona e a seção eletoral. O que indica que não terminaria com o titulo de eleitor, somente não seria mais necessário apresenta-lo.

 Eu já havia postado no blog sobre a biometria a serviço da política. Para acessar o post anterior clique aqui

Festa RaveToda segunda feira, nos jornais, temos notícias que jovens morreram em festas rave. A definição de uma festa Rave é bem ampla, pois vai desde um local mais afastado (zonas rurais, sítios, ilhas, etc.) a locais mais exóticos (fabricas abandonadas, galpões, cais do porto, etc.), tocando diversos tipos de músicas (eletônica, dance, rock, etc.), reunindo sempre muita gente e com um horário de início/final bem extenso.

Nessas festa os jovens se reunem e como é necessário muita energia para aguentar o período da festa, muitos jovens recorrem ao alcool, drogas e remédios. Os seguranças tem muita dificuldade de combater a entrada de drogas e remédios proibidos, por isso fazem vista grossa e não coibem. A polícia por sua vez, quando aparece, fica na entrada e também não coibe nada.

Neste fim  de semana que passou, uma pessoa morreu e duas estão em estado grave em uma festa rave que aconteceu em Itaborai. Mas isso se torna uma constante em festas desse tipo.

Até quando o Brasil ainda vai perder jovens em festas raves??? Seria tão difícil assim proibi-las ou ao menos regulamenta-las??

Geral

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biometriaO TSE anunciou que deseja implantar, para 2008, a indentificação digital em algumas cidades dos estados de Mato Grosso do Sul, Rondônia e Santa Catarina.

O sistema consiste em uma leitura biométrica dos dedos polegar e indicador para a indentificação do eleitor pela urna. Com isso as fraudes diminuiriam e o trabalho do presidente da mesa também (cá entre nós ter que digitar o numero do título de eleitor de toda a seção é uma crueldade com o cidadão que está ali de graça).

Nos grandes centros, como Rio de Janeiro e São Paulo (capitais), acredita-se que ficaram por ultimo devido a quantidade de eleitores. A previsão do TSE é de que em 10 anos todas as urnas já façam leitura biométrica, isso porque em ano de eleição o cadastramento só pode ser feito até março (e como tem eleição quase todos os anos, dificulta o trabalho deles ).

Mas ainda acho que o problema do Brasil não está em como se vota e seim em quem vota. O povinho pra escolher mal …

Tecnologia

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