Publicidade online cresce na mentalidade de empresas
É fácil perceber que as grandes empresas estão entrando com força no mercado online e colocando os seus produtos em rede sociais e em projetos online preferencialmente. Pelo que percebi algumas marcas tem dado tanta ênfase ao mercado online que deixaram as mídias tradicionais um pouco de lado.
Essa tendência passa a ser vista porque uma campanha online é muito mais barata que um campanha em uma mídia tradicional e, hoje, o público-alvo pode ser melhor “selecionado” e as campanhas passam a ser mais eficientes. Porém alguns cuidados devem ser tomados, pois uma campanha mal realizada pode gerar um ruído viral, daqueles que passa no boca a boca de forma rápida e incontrolável, muito ruim para a marca e para o produto.

Com isso várias agências de publicidade estão se consolidando no mercado online e deixando um pouco de lado as outras mídias, sempre reforçando aos seus clientes que o mercado online é melhor e mais em conta que o tradicional. Ou seja, vemos um movimento onde o mercado publicitário começa a entender que a internet é uma fonte de investimento de qualidade de atrair um público-alvo de qualidade.
Mas ainda falta muito para termos estátisticas concretas do real potencial da internet para campanhas publicitárias, pois tem pouco tempo que as grandes marcas aderiram o mundo online para suas campanhas de forma “agressiva” e não institucional.
Podemos ver essa mudança de pensamento podemos pegar os dados de uma pesquisa feita com empresários e veremos que o resultado mostra que a publicidade online teve um crescimento nos últimos tempos:
- 88% já empregam redes sociais para fins de marketing;
- 72% passaram a fazer uso das redes sociais a menos de dois meses;
- 64% usam as redes sociais durante 5 horas ou mais por semana;
- 39%, a mais de 10 horas por semana;
- 81% acreditam nos benefícios gerados pela exposição da marca e produtos na rede e na construção de novas relações comerciais;
- Mais de metade teve aumento de tráfego em seus sites, comprovado pelas métricas dos serviços de busca;
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Fonte: Circuito







