Na Sexta feira fui assistira a estréia da peça “O filho da mãe”, no Teatro Ipanema.

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A peça foi escrita por Regiana Antonini, é dirigida por João Camargo (em sua primeira direção) e tem como elenco, a própria, Regiana Antonini e o Pedro Nercessian.

O enredo da peça aborda a relação entre uma mãe separada e seu filho, que tem inicio em uma viagem de estudos para o exterior que Fernando (Pedro Nercessian) ganha do pai. A mãe Valentina (Regiana Antonini) acredita que o ex-marido tenha presenteado o filho apenas para separá-lo dela e para compensar a sua ausência.

Durante a preparação para a viagem do filho são apresentados alguns flash-backs do passados que trazem histórias engraçadas e emocionantes da vida dos dois.

Comentários do The Best

O roteiro da peça e o texto fazem com que a platéia se divirta do inicio ao fim com as passagens no tempo, o ciúme e as sacadas com nomes próprios sugeridos. Apesar de muito boa, faltou um microfone para os atores que por ver tinham que se esgoelar para se fazerem ouvidos, devido ao tamanho do teatro ipanema, mas não compromete o espetáculo.

Para quem gosta de uma comédia inteligente, onde você ri do início ao fim da peça, não pode perder “O filho da mãe”. E como aperitivo a curiosidade, o final da peça é inesperado, emocionante e muito bonito.

Ficha Técnica da Peça

Texto: Regiana Antonini
Direção: João Camargo
Elenco: Regiana Antonini e Pedro Nercessian
Cenário e Figurino: Marcelo Marques
Iluminação: Rogério Wiltgen
Direção Musical e Videografismo: Paulo Severo
Programação Visual: Fernando Mendonça
Fotografia: Paulo Severo e Fernanda Fernandes
Direção de Produção: Edda Taranto
Produção Executiva: Tullio Cesar Bassedonia
Realização: João Camargo e Edda Taranto
Patrocínio: Eletrobrás

Local, Preços e Outras informações

Teatro Ipanema
Rua Prudente de Morais, 824, RJ / Tel: 21 2523 9794
Horário de funcionamento da bilheteria: 3ª a domingo, a partir de 15h30 / vendas pelo site ingresso.com
Capacidade: 260 espectadores

Horários: 6ª e sábado às 21h30 e domingo às 20h30
Ingressos: R$ 40,00 e R$ 20,00 (meia entrada)

Classificação etária: 12 anos
Temporada: até 31 de maio

Cinema e Teatro, Eventos

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Este artigo foi escrito depois de conversar com uma mãe preocupada com o filho que está a se transformar em blogueiro. Ela me explicou que de certa forma apóia e ajuda no que pode e ao mesmo tempo se preocupa com o seu desempenho escolar e com as atividades “offline” dele (como namorar, sair, etc). Depois desse dia, fiquei pensando até que ponto os pais devem se preocupar na transformação de um jovem em um blogueiro e o quanto está ação deve ser reprimida ou controlada. Por isso resolvi escrever este artigo que expressa a minha visão sobre o assunto.

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Antes de mais nada devemos definir o que seria se transformar em um blogueiro, pois este termo não retrata apenas aquele jovem que abriu um blog em um servidor ,que disponibiliza o serviço, gratuito e começou a escrever sobre a sua vida. Ser blogueiro nesse contexto é criar uma responsabilidade com o seu público de manter o blog atualizado, usar de ferramentas de estatísticas e analisa-las e por fim tentar monetizar seu blog na intenção de ganhar dinheiro.

Para as ações básicas do blog, como atualizar o conteúdo, é necessário dispor de uma boa parte do tempo diário, que são utilizados para a busca de assuntos legais para publicar, para escrever  os artigos e otimiza-las, estudar sobre as melhores ferramentas de divulgação e melhor forma de monetizar seu blog, ajustar o seu layout para o que se adeque melhor e por fim divulgar o blog em redes sociais. Claro que tudo isso não precisa ser feito no mesmo dia, mas é quase impossível dedicar menos de 2 horas para o blog e pesquisas.

Claro que blogar tem os seus pontos fortes, que pdevem ser explorados pelos pais em favor do seu filho, para desenvolvimento de várias habilidades com o seu blog. Vejamos alguns exemplos:

  • Pesquisa sobre diversos assuntos e culturas, o que gera bastante informação útil para o jovem (se bem orientada).
  • Exercício da redação e da escrita, que ajuda no bom português
  • Pode ajuda-lo a definir sua profissão, no caso de jornalismo, comunicação, marketing e informática
  • Faz com que ele tenha contatos diversificados e de várias idades, lhe passando experiência.
  • Ele pode ganhar uma graninha para pode comprar aquele vídeo-game que tanto deseja e você não quer ou pode dar.

Esses talvez sejam os pontos mais fortes para que os pais incentivem e deixem que seus filhos, na adolescência se transformem em blogueiros, mas como tudo que tem pontos fortes, também tem pontos fracos e devem ser observados de forma muito criteriosa para que o jovem não se atrapalhe nas suas obrigações.

  • Observe bem o português que ele está utilizando em suas postagens, se possível revise e explique onde estava errado. Essa é uma forma de estudar português com ele e evitar que ele escreva no maldito miguxês.
  • Perceba se não está tendo um excesso no tempo de dedicação ao blog e pouco as obrigações escolares. É importante que se tenham limites estabelecidos, de um forma um pouco flexível até porque ele não é mais uma criança, mas onde a consciência dele seja alertada para o perigo desse excesso. Em casos mais graves e dos mais jovens deve-se limitar o uso do micro para blogar sim.
  • Verifique o tipo de conteúdo que ele está postando e não deixe evite que seja de teor adulto. Além de não levar quase ninguém a lugar nenhum e “improdutivo” na idade dele.
  • O sucesso pode subir a sua cabeça e alterar a sua personalidade, prejudicando, de certa forma, a formação do caráter dele. Mas nada que uma boa orientação consciente não ajude-o a manter os pés no chão.

Claro que é bom observar mais coisas dentro da rotina dele, mas isso caberia a qualquer pai e não somente ao de um blogueiro e por isso não vou me estender aqui. Uma coisa super importante que deve ser bem colocada é que ,a atividade deve ser produtiva, na forma da experiência poder ajuda-lo em sua vida de alguma forma.

Quem sabe seu filho não se transforma em um pro-blogger (profissional de blog) e passe a ganhar dinheiro com seu blog? Ou fique famoso no mundo online? Eu dúvido que algum pai ou mãe não gostaria de ver seu filho famoso, mesmo que não seja na televisão. Essa é uma oportunidade que surge e a você basta orienta-lo, mas deixar com que ele faça a coisa do jeito que gosta é muito, mas muito, importante.

Blogosfera

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Durante todo o meu período escolar, este foi um dos livros que mais utilizei, principalmente quando tinha trabalhos escolres e os textos eram enormes. No meu 2º grau, na Escola Técnica Federal, já usava com menos frequência, mas ainda fazia diversas consultas ao dicionário. Eu gostava muito do Aurélio, principalmente porque a edição compacta dele contemplava muito mais palavras que muitas edições completas de outros dicionários.

Mas não estou aqui para falar de minha conduta escolar ou da forma que utilizei o “pai dos burros” (como era conhecido o dicionário na época) e sim saber se você realmente sabe utilizar um dicionário. Se você tem mais de 25 anos, provavelmente, vai responder que sim e que usa o dicionário sem muita dificuldade, mas se tem menos de 16 anos poderemos ouvir um sonoro não ou um nunca usei um dicionário.

Tudo isso me chamou a atenção quando por acaso pedi a minha afilhada para procurar uma palavra no dicionário, em livro, e ela me perguntou se tinha um dicionário instalado no micro. Quando entreguei o livro para ela pude perceber que este podia ter sido o primeiro contato dela com o dicionário. Acabei por ensina-la a usar o livro da forma correta e vi o fascínio causado.

Hoje, com a facilidade que temos ao escrever um texto no word e ele apontar as palavras digitadas de forma errada “automaticamente”, já sugerindo a correção, faz com que o uso do dicionário se torne praticamente desnecessário. e quando se torna necessário, basta uma consulta via web a um dicionário gratuito para tirar a sua dúvida.

Com a evolução da tecnologia, podemos dizer que os livros tipo enciclopédias e dicionários  estão cada vez  mais extintos e caros. Quase todos dicionários tem sua versão online disponibilizadas, porém em alguns deles será necessário se associar para fazer consultas ou são oferecidos, como conteúdo, por provedores de internet.

Vamos a alguns links dos dicionários:

Preste atenção se o seu filho sabe usar esta ferramenta tão importante para os estudos, para o crescimento e para nossa lingua portuguesa.

Geral

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Quando li essa notícia, a primeira coisa que passou na minha cabeça foi a pergunta: O que se passa na cabeça dessas pessoas quando tomam atitudes como essas? Depois de uma sucessão de erros, uma pessoa ficou ferida e a confusão estava armada.

No primeiro erro: Uma mãe irresponsável (no sentido mais literal da palavra) que deixa seu filho de 10 (isso mesmo DEZ) anos dirigir seu carro (numa rua bem movimentada). O que uma criança nessa idade sabe sobre responsabilidade, sobre leis, sobre direção e sobre a vida? A única resposta a ser encontrada é NADA.

No segundo erro: Um grupo de pessoas que entrou na frente do carro, dirigido por um garoto, achando que conseguiriam para-lo. Com isso a probabilidade de um atropelamento era quase de 100%. E adivinhem o que aconteceu? Um funcionário Público foi arrastado por dois metros e sofreu escoriações leves (ainda bem), mas poderia ter acontecido uma tragédia.

No terceiro erro: O pai que chegouocal preocupado em tirar a esposa e o filho dali, pois assim desfiguraria o flagrante. Acho que esse foi o pior de todos.

Policiais do 19º BPM (Copacabana) chegaram logo a seguir e todos foram levados para a 12º DP (Leme), onde o caso foi registrado. a mãe foi autuada por entregar veiculo a motorista não habilitado, com o agravante de que o condutor era menor.

Tem cada coisa que acontece, que parece inacreditável …

Geral

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cadeira-rodas Depois do caso Isabella, apareceu uma mãe louca (só pode ser qualificada assim) que manteve numa cadeira de rodas o seu filho. Vocês imaginem uma criança saudável e sem problemas de saúde que há levasse a ficar numa cadeira de rodas, passar a infância inteira achando que não andava porque a mãe o convenceu desde os 3 anos que ele era incapacitado e durante esse tempo todo ficou dependendo dela.

Se você pensa que acabou, está ligeiramente enganado. Ela ainda mentia para os médicos dizendo que o filho tinha convulsões e constipação crônica, com isso eles receitavam rémedios para o garoto que nada tinha.

O menino chegou a ser encaminhado várias vezes a pediatras, que não conseguiam encontrar nenhuma explicação para o problema.

O esquema da mãe acabou sendo descoberto depois de o filho ter sofrido uma overdose dos remédios. A equipe de emergência que o atendeu percebeu que ela estava escondendo os medicamentos.

No tribunal de Teesside (Grã-Bretanha), a mulher confessou ter cometido crimes de crueldade infantil e administração de substância nociva entre 1999 e 2006. Pegou 4 anos de gancho (cadeia) e provavelmente deve perder a guarda do filho.

Resta a dúvida, será que essa criança vai ter sequelas desses rémedios desnecessários? Será que a´prende a andar novamente? E a infância toda que ela perdeu (a melhor fase da vida) como fica?

É muita crueldade!!!!!

Deficientes e Idosos, Geral

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