Como anda a nossa aviação?
Quem quando criança nunca sonhou em viajar de avião? Ou em ser um piloto de caça após ver um daqueles filmes de ação? Confesso que depois de assistir Top Gun, um clássico dos filmes mundiais, tive vontade de ser piloto de caça, mas a vontade passou quando me contaram que os pilotos não podem ter problemas de visão. Esse foi um sonho que terminou logo na adolescência, mas o de viajar de avião ainda durou mais alguns anos.
O Brasil é o segundo maior mercado aéreo do mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, e temos capacidade para atender a 4 milhões de passageiros por mês. Tudo bem que o sistema ainda é muito falho e que a segurança das aeronaves, por muitas vezes, é posta em risco por causa de equipamentos obsoletos e falta de profissionais. Apesar de todos os problemas que existem ainda na aviação civil, o índice de acidentes é muito baixo e está beirando a taxa de 1,76 para cada 1 milhão de voos no Brasil (em 2008) e no mundo está estimada em 0,04/milhão.
O maior problema no Brasil ainda é a falta de infraestrutura. Nós temos poucos aeroportos, sendo que alguns deles estão sobrecarregados, como é o caso de Congonhas. Com isso os passageiros ficam a mercê de atraso no voo, a espera interminável pelas conexões, extravio de bagagem, a diversas trocas de portões e a troca de aeroporto e outros problemas.
Porém o pior deles é quando a empresa aérea não dá explicação para o problema ocorrido e forma um fila interminável no balcão de check-in. Esse tipo de problema sempre causa confusão, gritaria e para o passageiro, que pagou a sua passagem, uma falta imensa de respeito.
Mesmo assim o brasileiro tem deixado as viagens rodoviárias pelas aéreas devidos as promoções das passagens, a facilidade de poder parcelar o valor e pelo tempo de viagem ser bem mais curto. Mas tudo isso tem um preço, o serviço de bordo das empresas passou a ser de menor qualidade a cada ano (hoje servem uma barrinha de cereal ou biscoitinhos com refrigenrante o suco) e os voos estão sempre lotados.












