Mães são trocadas em Hospital no Estado do Rio de Janeiro
Tem coisas que são inacreditáveis e muita gente duvidaria que acontecesse, mas elas acontecem e são reais. Você leu certo o tíltulo do post, Mães foram trocadas no Hospital, e não pense que eu sou o errado não.
Duas senhoras entram no pronto socorro de São Gonçalo, no Rio de Janeiro, em dezembro com derrame, sendo que uma delas não resite e a outra tem alta em abril (18 dias atrás). Até ai nada de anormal, pessoas resistem ou não ao derrame cerebral, porém elas foram trocadas de família.
Epa! Como assim Bial? A paciente que morreu foi entregue para uma familia que não era a dela e a paciente que teve alta foi levada para casa por outra família. Você deve estar pensando que é impossível? Como uma família que conviveu muitos anos com um a pessoa não percebeu o erro? Pois é, eu também me fiz essas mesmas perguntas e não consegui até agora encontrar uma resposta satisfatória.
O pior da história foi que a família que recebeu a paciente morta simplesmente sepultou-a, mas será que elas eram tão parecidas assim que ninguém viu que não era a sua mãe? A resposta é que as famílias perceberam que a paciente não era seu familiar, porem foram convencidos pelo hospital que eles estavam enganados e acabaram recebendo o óbito e enterrando o corpo.
Já a outra família também viveu o mesmo drama e acabou no mesmo final, onde o hospital convenceu-os que era sua familiar. Mas ninguém contava que a paciente retomasse a consciência e percebesse que não estava em casa e pudesse fornecer o seu endereço real.
Você achou que a história acabou? Claro que não. No registro do hospital consta que uma das pacientes, Maria Rita, teria entrado em dezembro e falecido 30 minutos depois devido ao derrame e a outra paciente, Vilma Maria, teria dado entrada no pronto socorro e fevereiro e está sem data de liberação (não teve alta para ir embora).
Eu não vou nem comentar sobre esse assunto, mas ele demostra o grau de organização da saúde brasileira e a total confusão em que se encontram os nossos hospitais. É muito triste, mas a nossa realidade.
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