Já se foi o tempo da infância com revistas em quadrinhos, programas e desenhos animados educativos. Poucos são os desenhos que ensinam alguma coisa para as crianças, que dão preferência por desenhos com lutas, agressividade e sangue.

Nostalgico pensar em desenhos como Pica-pau, Tom e Jerry, Turma da Mônica, Corrida maluca, entre outros ou programas como Sitio do Pica Pau Amarelo, Daniel Azulay, etc, porém todos os que passaram por essa época podem dizer que eles eram muito mais divertidos que os apresentados hoje. Mas com a evolução dos vídeo-games e a voracidade do japão em dominar o universo dos desenhos animados resultam em uma fórmula que o produto final é o que temos hoje.

Ah pouco tempo atrás, fiz uma critica sobre os Teletubbies para uma pedagoga e, para minha felicidade, recebi uma aula grátis de como se ensina a uma criança. Os bonequinhos não repetem as frases à toa e sem proposito, tudo no programa é pensado de forma pedagógica para que a criança tenha um aprendizado simples e de uma forma natural, sem forçar ou impulsionar. Fiquei tão maravilhado com a explicação técnica da coisa que nunca mais chamei os bonecos de “idiotas”.

Revista onde a monica e o cebolinha se beijam

Hoje fui suspreendido com uma notícia que me decepcionou. O Maurício de Souza, criador da turma da Mônica, havia decidido que os personagens passariam a fase adolescente da vida e ganhariam uma nova versão “Turma da Mônica Jovem”, porém jamais esperaria que a Mônica e o Cebolinha trocassem beijos e namorassem na historinha.

imagem do beijo entra a Monica e o Cebolinha

Para aumentar ainda mais a indignação dos mais tradicionalistas a nova fase ainda terá como mudança o Cascão tomando banho (mas não sempre), Mônica que fez um regime e emagreceu e Cebolinha, agora chamado de Cebola, recorreu a fonaudiologia e só troca a pronuncia dos “r”s pelos “l”s quando está nervoso.

Ou seja, a história perdeu a ligação com o passado e basicamente foi recriada para esse estilo jovem dos personagens. Acredito que todo saudosista vai lembrar como era anteriormente e falar “Bons tempos aqueles”.

Opinião, Televisão e Revista

Se voce gostou dessa postagem, avalie inscrever-se no nosso RSS/Feed.

cadeira-rodas Depois do caso Isabella, apareceu uma mãe louca (só pode ser qualificada assim) que manteve numa cadeira de rodas o seu filho. Vocês imaginem uma criança saudável e sem problemas de saúde que há levasse a ficar numa cadeira de rodas, passar a infância inteira achando que não andava porque a mãe o convenceu desde os 3 anos que ele era incapacitado e durante esse tempo todo ficou dependendo dela.

Se você pensa que acabou, está ligeiramente enganado. Ela ainda mentia para os médicos dizendo que o filho tinha convulsões e constipação crônica, com isso eles receitavam rémedios para o garoto que nada tinha.

O menino chegou a ser encaminhado várias vezes a pediatras, que não conseguiam encontrar nenhuma explicação para o problema.

O esquema da mãe acabou sendo descoberto depois de o filho ter sofrido uma overdose dos remédios. A equipe de emergência que o atendeu percebeu que ela estava escondendo os medicamentos.

No tribunal de Teesside (Grã-Bretanha), a mulher confessou ter cometido crimes de crueldade infantil e administração de substância nociva entre 1999 e 2006. Pegou 4 anos de gancho (cadeia) e provavelmente deve perder a guarda do filho.

Resta a dúvida, será que essa criança vai ter sequelas desses rémedios desnecessários? Será que a´prende a andar novamente? E a infância toda que ela perdeu (a melhor fase da vida) como fica?

É muita crueldade!!!!!

Deficientes e Idosos, Geral

Se voce gostou dessa postagem, avalie inscrever-se no nosso RSS/Feed.

Switch to our mobile site