É impressionante o que é feito quando morre um astro internacional ou até mesmo um nacional, que tenha grande impacto na sociedade (como exemplo podemos citar Ayrton Senna). Eu acho incrível a falta de respeito a pessoa que está ali nos seus últimos momentos ou depois que ela já morreu.

Com a morte do rei do POP, Michael Jackson, pudemos ver que o sensacionalismo ainda é um ponto explorado por todas os meios jornalísticos e mídias.

Um exemplo da falta de respeito pelo cantor foi a publicação de uma foto pelo Entertainement Tonight onde aparece o rosto do cantor,  entubado e sendo transportado para o hospital.  Segundo o site, está seria a última fotos do cantor em vida. Já a CNN, em sua cobertura mostrou, em vídeo, o corpo do cantor sendo retirado do helicóptero e sendo colocado em um furgão.

Porém o Pior de todos foi a machete do Jornal Meia Hora, do Rio de Janeiro, que trouxe a seguinte manchete Nasceu negro, ficou branco e vai virar cinza”, em sua capa. Eu particularmente achei de super mal gosto a frase que foi utilizada e de um sensacionalismo gigantesco.

michael jackson - jornal meia hora

Além disso, agora surgiram aqueles amigos confidentes com várias historias ou estórias para contar, que jamais saberemos a verdade já que o cantor não está mais aqui para se defender e falar a verdade. Até agora a que mais me impressionou e me deixa, realmente, na dúvida sobre a sua veracidade foi a que o mágico Uri Geller trouxe a tona. Segundo ele o cantor o confidenciou que não queria se parecer com o seu pai ( “Eu não queria parecer com o meu pai” ) e por isso começou a sua trajetória de tratamentos e cirurgias que o deformaram.

Até onde é válido esse sensacionalismo barato a que estamos tão acostumados a ver? Deveria-se ter um limite para não se desrespeitar a pessoa e sua família? Estas são questões a serem discutidas e devem ser revistas pelos jornalistas e suas mídias,  que hoje só pensam na venda e no lucro que pode lhe trazer.

Televisão e Revista

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Quando escrevi o artigo Jornais impressos devem deixar de existir, muita gente me disse que eu estava ficando louco ou que perdi a noção das coisas. Mas para um futuro, não tão próximo assim, termos uma leitura diferenciada para o nosso jornal de cada dia.

jornal

Entendam que não sou, em hipótese alguma, contrário a existência dos jornais e muito menos da versão impressa deles, mas como toda evolução natural, em que envolve novas tecnologias, um dia se chega a troca definitiva. Até porque, é natural que se encontre, hoje, crianças com menos de 5 anos brincando em computadores e já se habituando a tecnologia e a internet, o que facilita no aprendizado de algum equipamento mai novo (gadget).

Bem, como uma das grandes provas dessa teoria, que não é conspiratória, a AbitibiBowater Inc. que é, nada mais nada menos, que a maior produtora de papel para jornais, na Amárica do Norte, pediu concordata nos Estados Unidos e as suas subsidiárias devem fazer o mesmo no Canadá. Tudo bem, que a empresa passará por uma reorganização e não deixara de operar, mas é notório que os negócios não andam bem para ela.

Além disso, vários outros jornais de menor expressão estão simplesmente fechando suas portas por falta de verba para custear suas operações. Com isso, vários jornalistas estão desempregados e sem ter para onde correr pois o mercado está, simplesmente, parado em vários países.

As grandes explicações para essa crise no mercado jornalístico tradicional, que podem ser dadas dentro do meu ponto de vista, são a de que a crise mundial pegou todo mundo despreparado, o mercado tradicional não se preparou para uma adaptação ou mudança com a chegada da internet e que os blogs tem crescido em escala exponencial, sendo usados como fonte de notícias. Com isso, a mídia tradicional impressa (jornais e revistas) não estão sabendo como reverter a situação e estão cada vez mais se afundando num mar muito obscuro.

O que fazer para reverter? A coisa não é tão simples como todos pensamos e nem fácil como colocam outros, será necessário uma reestruturação na captação de verbas (através de anúncios , classificados e parcerias), uma mudança na área editorial e no jornalismo em si(para que fique voltada para o público de internet) e diferenciais para atrair novos leitores. Acredito que dando estes primeiros passos, tudo começa a melhorar, mas só isso não vai salvar as mídias tradicionais do CAOS emq ue se encontram.

Geral, Opinião

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O jornalismo sempre foi muito agressivo e algoz para ter furos de reportagem ou entrevistas exclusivas, mas isso desde a época que somente tinhamos o jornal impresso. Depois que a televisão se tornou um meio popular e os telejornais ganharam o status de principal fonte de notícia da população, a agressividade pela audiência se tornou impossível de ser controlada.

Nas emissoras que tem um índice de audiência menor, como a redetv, record e sbt, fazem a notícia de crimes com alguma repercussão gerada pela Globo, virarem sensasionalistas e passam a ocupar a maior parte de sua programação diária semanal. Mesmo quando o crime termina, independente de como, a notícia ainda perdura por algumas semanas.

Manipulação e sensacionalismo no jornalismo da televisão
Imagem por Crucsou-Barus

Foi assim nos últimos casos de grande repercussão, o da menina Isabella e o da jovem Eloá, em que a mídia sensacionalista somente atrapalhou as investigações e as negociações nos casos, respectivamente. té que ponto os jornalistas se preocupam com responsabilidade deles ao atrapalhar o trabalho da polícia, que já não é tão bem treinada assim para casos de repercussão e negociações longas e profissionais.

No caso Isabella, as emissoras contrataram peritos profissionais para darem pseudos laudos do que poderia ter acontecido, entrevistaram testemunhas, motaram campana na porta do prédio e na casa dos Nardoni, entrevistaram os acusados antes da polícia e muitas outras coisas que não me recordo. Já no caso Eloá, o excesso foi bem maior, eles simplesmente montaram campana 24hrs, mostraram ao vivo toda a movimentação do sequestrador e da polícia, antecipavam os passos da polícia, entrevistavam o sequestrador e mantinham o seu telefone celular ocupado o tempo todo, culparam a polícia por falta do efeito surpresa e muitos outros erros que passaram do limite, porém nenhum superou a equipe da Sonia Abraão que se passou por negociador da polícia para falar com o Lindberg.

O jornalismo televisivo tem o poder de manipular a opinião pública e fazer cm que inocentes virem culpados e culpados virem inocentes. Como a repercussão é grande e a audiência é grande vale tudo para manter o assunto na pauta do dia. É impressionante como o próprio público não se ve manipulado pelas emissoras e não percebe que ora eles lhe colocam com ódio eterno do bandido e ora eles te fazem sentir pena dele.

O pior é que nos próximos crimes que houver cobertura da televisão será feito o mesmo tipo de sensacionalismo e cobertura irresponsável, pois não há ninguém no país que possa proibir esse tipo de coisa. E a proibição do sensacionalismo, mesmo que qm busca da segurança da vítima, será tachada de censura ou de obstrução da notícia para a população.

O mesmo começa a acontecer na internet que tem uma audiência mais fiel e que está migrando cada vez mais da televisão. Porém eles não estão acostumados com textos muito elaborados e com opiniões bem desenvolvidas, com isso acabam indo para os portais de notícias convencionais e manipuladores.

Televisão e Revista

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O Blog está apoiando aqueles que fazem um jornalismo sério, mas nem por isso tem que ser sem humor, e que respeita a todos aqueles que se dão ao respeito. É uma covardia o que é feito na política brasileira, pois os nossos governantes, aqueles que se tornam super acessíveis nas eleições, se fecham no gabinete e não atendem nem a população e nem os jornalistas.

No Brasil deveriamos ter um corredor onde o parlamentar deveria andar até chegar ao congresso, para que o público tivesse contato e pudesse falar com ele, que é uma pessoa pública e defensora dos direitos da população. Eu me pergunto como um parlamentar sabe o que o povo pensa? Através de pesquisas, deduções ou pelo que lhe dizem seus acessores? Não tem como saber o que o povo pensa sem ao menos pergunta-lo ou ouvi-lo.

Nos estados Unidos os congressistas passam pelo povo, são questionados e respondem, mesmo que de forma educada aqueles que o colocaram ali. Como no Brasil nada funciona sem lei, acredito que só se houvesse uma lei obrigando a eles a ouvir a população, já que ficam tão distante das massas que se concentram no sudeste.

Não permitir a entrada de baderneiros e de fantasias, como o pessoal do Pânico, gosta de entrevistar (não que eles estejam errados),eu aceitaria porque ali é um local à ser respeitado e para se manter a ordem também. Mas proibir o CQC é pura arbitrariedade.

se você também acha errado o que foi feito com o CQC assine o manisfesto online e aproveite para ficar atualizado. Agora se você não sabe o que é o CQC, está perdendo um programa muito bom que é exibido na Rede Bandeirantes, às segundas 22hs e sábados 20:15hs, e pode ver os vídeos das edições passadas no site do CQC.