BBB9 – Um fiasco depois das modificações
Esse Big Brother Brasil é o que mais merchandasing teve de todos eles. São feitas de diversas formas, desde propagandas em provas, como a da Vivo na prova do líder, até algumas quase subliminares, com as do Guaraná Antártica nas horas das refeições.
Mas uma coisa que chama a atenção para esse Big brother, em específico, é que a venda de pay-per-view parece não estar agradando a Rede Globo, que tem investido bastante em propagandas e “amostras grátis” para que o público assine. O grande carro chefe da arrecadação do programa ainda é o pay-per-view, que pode ser visto pela TV a cabo (NET ou SKY) ou pela internet (assinantes da globo.com).
Alias, esse BBB teve muitas modificações para dar um dinamismo maior e abrir mais canais para patrocinadores e publicidade, talvez porque a grande Rede Globo já estava prevendo essa queda nas assinaturas do canal fechado, pretendia arrecadar mais em publicidade. As modificações aplicadas para o programa não foram legais no conceito do público e a maioria delas não agradou, fazendo com que a audiência do programa fosse diminuída. Convenhamos que dividir a casa em dois lados, um rico e um pobre, iria dar um tom maior de ali é um jogo e a combinação de votos, que é uma tática repelida pelo público em geral.
Eles se perderam no início do programa quando colocaram participantes demais, vindos da casa de vidro, e tiveram que eliminar alguém sumariamente, por isso criaram o quarto do pânico. Esse então nem mostrou para o que veio e nem durou 24 horas, com a saída afobada de um dos integrantes, que já estava fragilizado durante a semana.
Os paredões não tem tido uma quantidade de votação que chame a atenção, e arrancam um razoável do apresentador Pedro Bial, em vista dos últimos BBBs. Eu particularmente preferia quando eram apenas um contra o outro, esses paredões tripos deixaram de ser uma surpresa e passaram a ser a forma oficial do programa executar um dos participantes. Aquele formato de eliminação, onde a família dos participantes aparecem poderia ser mudado e colocado de uma forma muito mais legal e diferente com vídeos e palavras de familiares.
Mas para quem gosta do Big Brother Brasil é torcer para que o diretor perceba que o caminho está errado e tente corrigi-lo, pois ainda há tempo.






