O Blog já havia falado sobre os radares móveis (nesta postagem) que a prefeitura do Rio de Janeiro colocou nas ruas. Apesar de estarem causando muita dor de cabeça para alguns motoristas desavisados e desatentos, eles fazem parte da fábrica de multas da prefeitura.
Confira os locais onde eles estarão localizados no mês de março – Clique Aqui
Fique atento para não ser multado.
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A prefeitura do Rio de Janeiro colocou em atuação desde ontem (13), dois carros com equipamentos de radares móveis. Eles atuaram no Aterro do Flamengo e na Barra da Tijuca.
De acordo com o projeto da prefeitura serão 10 carros para registrar infrações na cidade nas áreas da Barra, Zona Sul, Centro, Grande Tijuca, Méier, Ilha, Grande Madureira, Irajá, Recreio, Deodoro, Realengo, Campo Grande, Santa Cruz e Guaratiba. Os radares funcionarão de 8h às 12h e de 13h às 17h. A CET-Rio informa, porém, que estão programadas operações à noite e de madrugada. As fiscalizações noturnas serão divulgadas e não ocorrerão este mês.
Mas para todo esse equipamento existe um custo muito alto de 32,6 milhões no período de 2 anos. Ou seja, precisariam ser aplicadas até fevereiro de 2010 383.611 multas de peso médio, no valor mínimo, para excesso de velocidade, de R$ 85,13, ou 56.824 infrações gravíssimas (R$ 574,00) para chegar ao custo necessário.
Veja onde ficaram os radares móveis – Clique Aqui para ver os locais de fevereiro
Ônibus cariocas terão um sistema online de identificação de porte de arma. Segundo o projeto apresentado, se uma pessoa entrar em um veículo com metal de volume acima do permitido, o que poderia sinalizar a posse de uma arma, aciona-se uma luz no ônibus alertando o condutor e os passageiros. Também é enviado um sinal via Internet a empresa de ônibus e câmeras começam o processo de gravação de imagens no interior do veículo.
O Detro (Departamento de Transportes Rodoviários do Rio de Janeiro) vai testar detectores de metais em dois ônibus, durante um mês, logo depois do carnaval. Caso os aparelhos sejam aprovados, seu uso passará a ser obrigatório ainda no primeiro semestre deste ano.
No ano passado, foram registrados 7.513 assaltos a coletivos, segundo o Instituto de Segurança Pública do Rio de Janeiro. Desse total, 429 ocorreram no mês de dezembro.
Existem alguns pontos polêmicos e discutíveis nesse projeto:
1. O que o motorista vai fazer ao detectar que um passageiro excedeu o limite de de metal ? Ele não pode impedir ou retirar o passageiro, muito menos dar uma geral para averiguar se é uma arma ou uma placa de ferro e o pior se for uma arma ele não pode prender o infrator.
2. Para que avisar aos passageiros ??? Deve ser para causar pânico no coletivo.
3. Quem vai pagar pelos aparelhos ??? Ahh..essa é mole de responder né… deve recair nos passageiros que andam nos coletivos, até porque nessa época o salário está prestes a ter aumento.
Nessa eu me pergunto: Isso vai coibir alguma coisa???? Talvez o transporte de metais em coletivos né???
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Essa semana voltou a tona um assunto interessantíssimo a pauta dos brasileiros, principalmente dos cariocas. Até onde é necessário tantos radares e lombadas eletrônicas em locais perigosos?
É impressionante a quantidade de equipamentos instalados na cidade do Rio de Janeiro e Niterói, algumas inclusive sem explicação pois ficam situadas próximas a áreas de risco ou favelas da região e são para garantir a parada no sinal (semaforo) ou tem velocidades de 40 ou 50 Km/h.
É impressionante a falta de senso dos engenheiros de tráfego ou de quem estipula a velocidade das lombadas. Só para exemplificar e ilustrar a falta de senso aplicada, na rodovia estadual RJ-114 entre o Fonseca e Alcântara (Niteroi) a velocidade máxima dpermitida é de 80km/h, porém os radares (sem sinalização alguma, somente placas aleatórias) é de 60 km/h.
Até quando a fabrica de multas vai existir e os radares irão fazer vítimas???
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Tem coisas que leio e acho que é brincadeira. Foi proposto no 16º Congresso Brasileiro de Transporte e Trânsito, que está sendo realizado em Maceió (Alagoas), a cobrança de pedágio para a circulação de carros nas ruas centrais das cidades e até interdição de ruas secundárias. A proposta da tarifação nas ruas foi apresentada pelo engenheiro Felipe Freire da Costa, da Coppe/UFRJ.
O plano prevê que quem tiver o carro mais bacana pague mais para circular pelas ruas, já que as ruas não são um bem público – conforme sua consideração, e os moldes seriam os do selo-pedágio criado nos anos 80 pelo presidente José Sarney. Com isso seria financiada a conservação das ruas e vias principais da cidade.
Com isso, pretende-se fazer com que os motoristas deixem seus carros para a utilização do transporte público, ja que pode-se chegar tranquilamente no centro de metrô ou de onibus.
Agora me pergunto, para que serve o IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) que pagamos, a Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) sobre o combustível, todas as multas aplicadas e todos os pedágios das vias privatizadas ??? Nós temos um transporte público de qualidade e que suporte essa demanda maior????
Querer criar mais um imposto indireto é tudo que o governo quer, porém todos sabemos que esse dinheiro não será aplicado aonde deveria e nem teremos ruas decentes com estacionamentos públicos de qualidade. Esse pedágio seria como a CPMF para a saúde brasileira, mas não avisaram que era para a saúde financeira do país e dos parlamentares.
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