Uma surpresa muito agradavél que tive foi a notícia que a Mesbla, uma antiga rede de lojas de departamento, retornará ao mercado online e quem sabe daqui a alguns anos possa voltar a ter lojas de rua.

Loja Mesbla no Rio de Janeiro

A Mesbla, que foi inaugurada em 1912 por uma empresa francesa, teve seus áureos tempos durante os anos 80 onde era considerada a 1 em vendas no mercado varejista nacional e tinha lojas grandes que vendiam de ferramentas a barcos passando por cama, mesa e vestuário. Chegou a ter 180 pontos de venda e 28 mil empregados, sendo as suas lojas consideradas pontos de referência devido a sua imponência. Depois de passar diverssos problemas nos anos 90, durante o governo sarney e o plano Real, foi adquirida pelo empresário Ricardo Mansur por 950 milhões de reais, entre concordatas e ações da empresa, mas não conseguiu evitar o fechamento em 1999.

O reaparecimento da marca vem a ser uma surpresa para muitos, que assim como eu, não acreditavam que um dia veriam novamente a loja que conheceram durante anos de suas vidas. Mesmo sendo um retorno online, podemos dizer que é um passo enorme para que várias marcas possam reaparecer de forma mais consolidada e com adminitração mais estável.

mesbla.com.br

O retorno é marcado pelo licenciamento da Marca e pelo reaparecimento de Ricardo Mansur ao cenário nacional. O projeto inicial, que deve iniciar a operação em meados de 2010,  prêve a venda de acessórios, maquiagens e produtos de decoração para a casa para o público feminino das classes A e B no cenário nacional. O que é bem arriscado e vai demandar bastante trabalho nas escolhas dos fornecedores e produtos a serem vendidos.

Sabemos também que será necessário muito investimento em mídias sociais e propaganda, pois a marca ainda vai lembrar a falência e o fechamento para todos aqueles que viveram a época. Mas pode ser uma boa prova de que é possível recuperar uma marca através das mídias sociais.

Agora é aguardar para ver o site em fincionamento, pois o acesso baseia-se somente em uma página inicial.

Economia

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Para quem tem mais de um computador é complicado manter os dados mais importantes sincronizados e disponíveis nos dois ou mais equipamentos. Muitos usam ferramentas como o Sync Toy para manter os dados sincronizados, porém é necessário que os equipamentos estejam na mesma rede ou conectados por dispositivo como bluetooth, mas agora é possivel fazer essa sincronização via online através do serviço oferecido pelo Dropbox.

dropbox

O Dropbox oferece para os usuários três modalidades de serviço, que basicamente se diferenciam pela quantidade de espaço oferecida e pelo preço. A modalidades são:

  • Gratuita – Você pode utilizar até 2GB de arquivos
  • Pro 50 – Você pode usar 50GB pagando $9,99/mês ou $99,99/ano
  • Pro 100 – Você pode usar 100GB pagando $19,90/mês ou $199,00/ano

Ele basicamente sincroniza, através de uma ferramenta própria, uma pasta que é configurada nos dois computadores. Você pode colocar apenas os arquivos que achar importantes para sincronizar nesta pasta e deixar o que não precisa nas demais.

Apesar dos arquivos permanecerem para alterações offline é necessário que se conecte as maquinas a internet para que as pastas sejam atualizadas. O mais interessante é que os seus arquivos ficam disponíveis para serem baixado de qualquer computador. Ou seja, o serviço além de servir como ferramenta de sincronização, também serve como disco virtual.

Eu estou usando e recomendo a ferramenta, que até agora não me trouxe problemas nenhum. Mas lembre-se que é importante ter um backup dos arquivos fora da pasta de sincronização.

Softwares, Tecnologia

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conteudo_pagoEnquanto os jornais e revistas pelo mundo estão abandonando o tradicionalismo e passando a gerar conteúdo gratuito de alta qualidade somente pela web, abandonando basicamente a mídia impressa, os jornais e mídias nacionais  defendem que o conteúdo deva ser pago pelo internauta nacional.

Os defensores da cobrança do conteúdo jornalístico alegam que é a única forma da sobrevivência do setor, por causa da mudança que o mundo online trouxe para esse mercado, que ainda sobrevive às custas da mídia tradicional. O grande problema é que com a popularização da internet e a facilidade da leitura de jornais, revistas e notícias no mundo online, a venda de jornais e revistas impressos tem diminuído a cada dia e a verba que é destinada a custear o jornalismo tem ficado cada vez menor.

Eu publiquei um artigo que falava sobre o looby das grandes e tradicionais empresas de jornalismo com o Google, para que as suas notícias estivessem a frente nas pesquisas, Com isso, os blogs que dominam as técnicas de SEO e os resultados das buscas teriam que se contentar em vir depois deles. Apesar da pressão feita no Google, a tendência é que tenhamos algumas mudanças no calculo do Pagerank, mas não um benefício direto como querem os grandes jornais.

O mundo está passando por uma transição que todos nós sabiamos que iria acontecer, porém as empresas que monopolizavam nichos de mercados específicos não se prepararam para ela e agora cada um está defendendo o seu umbigo como pode. Concordo que para um jornal é bem difícil manter todo o custo de seu jornalismo sem a venda do seu conteúdo, mas a publicidade online está em alta e pode ser adaptada ao realidade.

Já ouvir uma jornalista dizendo que blogs não fazem jornalismo, são amadores e não terão força para evoluir no mercado que é tradicionalista. Pura balela, os blogs, hoje representam uma das maiores fontes de informação do internauta, que prefere ler a notícia comentada e com uma linguagem mais próxima de uma conversa de bar do que o tradicionalismo dos jornais. O mais interessante que ela mesmo já se rendeu aos blogs e, hoje, mantém um pessoal.

Os jornalismo teve uma mudança radical com a chegada de redes sociais como o twitter, jaiku e plurk, pois com elas é possível passar informações ao vivo e online de qualquer acontecimento, aonde um reporter não pode estar presente ou de zonas de guerra por exemplo, e inclusive enviar fotos, vídeos ou fazer uma cobertura ao vivo por livestreeming dos acontecimentos.

Vamos ver as cenas dos próximos capítulos dessa novela, mas a grande massa já descobriu que o conteúdo gratuito, divulgado por blogs ou por grandes portais, tem a mesma qualidade que o oferecido por assinatura. Essa, talvez, seja maior força contrária ao pensamento das grandes empresas jornalísticas.

Economia, Internet

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É muito importante que as empresas fiquem cada vez mais próximas do mundo online e direcionem os seus investimento para a internet, pois o público consumidor está mais na internet do que vendo televisão.

pesquisa midia online

De acordo com pesquisa realizada pela Deloitte e divulgada nesta sexta-feira, os brasileiros passam três vezes mais tempo por semana conectados à internet do que assistindo à televisão. Na pesquisa foram entrevistadas 1022 pessoas de 14 a 75 anos, para identificar as tendencias de consumo por mídias.

Durante a pesquisa, podemos perceber que os jovens estão dando mais importância para a publicidade online que as pessoas mais velhas, é até compreensível que aconteça pela manutenção do tradicionalismo do ser humano. Por isso que 51% dos jovens 14 a 25 anos dão mais importância a publicidade online, enquanto somente 30% de quem tem mais idade, 62 a 75 anos, dá valor a publicidade também.

Claro que a primeira mídia mais relevante para a publicidade ainda continua sendo a televisão (75¨) e em segundo a mídia veiculada em revistas (57%), mas logo em seguida vem a mídia online em forte ascensão (45%). É engraçado como a publicidade em meios móveis (celular) não é considerada influente nas mídias, pois apenas 23% dos jovens consideram ela mais influentes e ala aparece apenas na 5ª posição entre as mídias, apesar de 47% dos entrevistados usarem o celular como entretenimento.

Metade dos entrevistados estão atentos aos lançamentos tecnológicos e tentam adquirir rapidamente esses equipamentos.

Podemos perceber que os números da mídia online (internet) indicam que ela é um canal fortíssimo para a publicidade de produtos, principalmente os desenvolvidos para os jovens.

Fonte: ABERJE

Geral

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O mercado online está em crescimento, principalmente, na área de publicidade e marketing. Hoje, temos diversas formas e ferramentas para que as empresas divulguem seus produtos e que possam interagir com seus clientes, em tempo real ou não.

As grandes empresas estão aprendendo como utilizar estas ferramentas e suas estatísticas em seu favor, porém o processo é muito lento e ainda encontra resistência, devido ao modelo atual de negócios e o nosso maldito tradicionalismo. Você já deve ter ouvido falar “Em time que está ganhando não se mexe!” e é exatamente assim que o mercado empresarial pensa quando o assunto é internet.

comunicacao-online

Só que como os times começaram a perder clientes para o mercado online, com a popularização da internet e a inclusão digital, as empresas tiveram que correr com o processo e muitas delas que não tinham nem um site institucional na rede passaram a cobiça-lo. Porém o comportamento da internet tem mudado muito nos últimos anos e o consumidor não está mais dando importância para a marca e sim para o conteúdo que ela pode gerar sobre seus produtos e para isso, também, é necessário ter uma penetração nas mídias onde o consumidor se encontra (orkut, twitter, facebook, etc).

Um site institucional apenas traz informações sobre a empresa e um breve resuminho sobre os produtos dela, pois o foco é a instituição. O que mostra ainda que os nossos empresários não estão “antenados” com o mundo online e com as necessidades de sua empresa nesse universo. Confesso que a cada dia que passa, fico mais assustado com as possibilidades que se abrem e as novidades que surgem para divulgação de uma marca ou produto.

Hoje é necessário um investimento, por parte da empresa, para que seus produtos sejam destaques na internet e possam gerar negócios. Eu acredito que necessariamente uma empresa precise ter estes itens para os seus produtos:

  • Hotsite com todas as informações do produto
  • Promoções do produto para chamar o público ao hotsite
  • Penetração nas mídias sociais como orkut, facebook, myspace, etc.
  • Interação com o consumidor atráves de e-mail, msn, twitter, skype, etc.
  • Um canal de multimídia no Flickr (fotos) ou no Youtube (vídeos)
  • Uma tabulação de reclamações feitas ao produto na internet

Neste formato, são poucas as empresas que ainda exploram as mídias sociais corretamente e conseguem tirar alguma informação de lá, para ajudar na divulgação e melhoria dos seus produtos. Não podemos generalizar, mas somente as grandes empresas tem uma estrutura favorável para que seja feito um trabalho correto (mas nem sempre dá certo).

Mas você pode estar se perguntando se somente as empresas grandes conseguiram manter uma estrutura para divulgar seus produtos? E a resposta é não. As empresas pequenas terão que adaptar a equipe que cuida da imagem do seu produto de acordo com o tamanho da empresa, porém nem por isso precisa-se fazer um trabalho pela metade ou sem contemplar as suas necessidades.

Sua empresa está preparada para entrar no mundo online? Essa pergunta é muito importante para que o seu negocio prospere nos tempos de crise e conseiga se sobressair sobre os concorrentes de alguma forma.

Economia

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