Várias notícias sobre o Windows 7 passearam pela Web, nos últimos dias, porém a que mais me chamou a atenção foi a de que o windows 7 em português será vendido no primeiro lote.

Tudo isso porque a comunidade brasileira é uma das que mais ajudam na construção dos sistemas operacionais, sejam pelas mãos de beta testers escolhidos pela empresa ou pela vontade de testar e curiosidade dos usuários brasileiros. Nós temos alta performance em encontrar problemas nas versões de testes e só não é melhor essa performance porque muitos usuário não sabem descrever os seus problemas em inglês e não adianta enviar em português, pois são descartados.

A Microsoft parece que entendeu que 0 mercado brasileiro é parte importante e deixamos de ser um país colocado em segundo plano na área de tecnologia por muitas outras empresas da área.

As outras notícias referem-se a forma como será comercializado o Windows 7, que deve utilizar pen drives e downloads para concorrer no mercado de netbooks. Os preços que já foram divulgados são de US$ 199,00 pelo Windows 7 Premium, US$ 299,00 pela versão Professional, US$ 319,99 pela versão Ultimate e também haverá opções de upgrade que serão de US$ 119,99o para o Windows 7 Home Premium, de US$ 199,99 para o Windows 7 Professional eUS$ 219,99 para o Windows 7 Ultimate.

Softwares, Tecnologia

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pendrive

Algumas empresas estão proibindo a entrada de pendrives e mp3 players (na verdade são todos os mpX players) pessoais de seus funcionários. A explicação para essa decisão é simples e lógica, eles são os maiores vilões para o famoso “vazamento” de informações sigilosas.

Com o aumento da capacidade dos drives, ficou muito mais fácil transportar dados do trabalho para casa. Só que isso tem um problema sério, pois os dados contidos no drive pessoal são da empresa e não do funcionário.

Mas você poderia perguntar: O infeliz já trabalhou 10 horas na empresa e quer terminar o relatório em casa (ou seja trabalhando mais e de graça) e ainda está descumprindo uma regra? Sim. A partir do mmento que a empresa não autorizou que os dados saissem de seu território, o funcionário estaria cometendo furto de informações.

Esta também é uma falha na segurança da informação de uma empresa que fornece um drive corporativo para o funcionário. Normalmente estes drives não tem proteção alguma e são muito fáceis de serem perdidos ou colocados em local de acesso público.

Segundo uma pesquisa os dados mais copiados em memórias flash portáteis são: dados de clientes (25% deles), informações financeiras (17%), planos comerciais (15%), dados de funcionários (13%), planos de marketing (13%), propriedade intelectual (6%) e códigos-fonte (6%).

Agora éuma questão de conseguir proteger os dados contidos nos drives através de algum recusrso de segurança confiável. Vamos esperar para ver.