Em quem confiar? A população quer uma resposta.
A polícia carioca está, quase diariamente, mostrando como não se deve fazer e o quanto está mal treinada. Já temos várias vítimas, algumas onde os noticiários puderam mostrar ao país como funciona a técnica de abordagem polícial, que voltou a tirar primeiro para depois perguntar.
A única coisa que evoluiu na Polícia do Estado do Rio de Janeiro foram os armamentos, que agora são mais pesados e perigosos, e as viaturas mais potentes e bonitas. O Secretário de Segurança mais parece um porta-voz que vem a público somente para pedir desculpas a população e dizer que está sentindo muito pela perda de mais uma vítima das equivocadas ações da polícia. Já o Porta-Voz da Policia Militar nunca teve tanto trabalho com a imprensa, mas sempre mantém o mesmo discurso, a cada incidente, dizendo que a polícia é treinada e terá uma reciclagem que está sendo feita de forma gradual.
O que se vê nas ruas do Rio de Janeiro, são pessoas despreparadas e com muito poder nas mãos, sendo o principal deles o poder da vida ou da morte de pessoas inocentes. A população perdeu a referência e não sabe mais em quem pode confiar, se é na polícia, nos traficantes ou na milícia. Se isso não mudar logo a polícia será desacreditada e perderá a sua principal função que é de proteger a população de forma eficiente.
Além de todas as ações desastrosa da polícia, ainda temos um problema sistêmico de corrupção dentro desta força que é muito problemático e real (existem pessoas que acham que não existe). Nas ruas todos sabem que o dinheiro pode livrar pessoas de muitos problemas com a nossa polícia, que é mal remunerada e tem uma ouvidoria muito burocrática que não protege o cidadão que denuncia os maus policiais.






O CONTRAN está estudando junto ao Inmetro e ao Ministério da Saúde a nova tolerância para a nova lei seca no trânsito.A lei que está em vigor ainda é a de 6 de Janeiro de 2002, que indica embriaguez ao volante quando excedido o limite de 0,3 mg/l de ar expirado no etilômetro (bafômetro para os íntimos) e leva a pena de 6 meses a 3 anos de prisão.

