Uma polêmica que podia ser evitada – Religião nas escolas públicas
O Prefeito eleito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, esta semana deixou claro que vai implantar aulas de religião nas escolas municipais. Voltando a uma polêmica gigantesca que já tinha sido retirada do cenário educacional.
Existe uma lei que rege o ensino religioso nas escolas que é a Nova Lei de Diretrizes e bases da Educação em seu artigo 33 – Lei n° 9.394 de 20 de dezembro de 1996 com redação dada pela Lei n° 9475, de 22 de julho de 1997 que legisla sobre este assunto e está abordada de forma muito concisa neste artigo “O Ensino Religioso nas Escolas“.

Imagem por Carf
O grande problema de um anúncio como esse é que foi dado ao lado do Arcebispo do Rio de Janeiro e não tinha nenhum outro representante religioso junto. O que não mostra como o Brasil é plural nessa área e será necessário toda uma estrutura a ser montada para que as aulas sejam dadas da forma correta.
Além disso, as aulas são facultativas e devem ser colocadas no horário curricular do aluno, o que gera mais uma controvérsia, pois alguns alunos terão mais horas na grade curricular que outros. Caso elas passassem a ser obrigatórias e cada aluno deve se inscrever em sua religião teriamos que ter professores capacitados para todas as religiões (budismo, kardecismo, umbanda, camdomblé e etc.) e o problema com os alunos que se disserem ateus.
Infelizmente, no Brasil, deveriamos ter escolas religiosas, incentivadas pelo governo, para ensinar e apoiar os nossos alunos em horários extra-curriculares, de forma a não atrapalhar o ensino que, hoje, é de qualidade questionável. Eu acredito que o esino religioso é responsabilidade da família e da “igreja” (entedam como templos, centros, etc.), que devem prover um ensino qualitativo para as crianças levando em consideração seus dogmas e princípios.





Esta semana uma liminar da justiça do Rio de Janeiro, p

