Ontem, pode-se perceber o quanto somos dependentes da internet para quase tudo. O problema no backbone (local onde a Internet é conectada aos serviços) da telefônica parou quase toda São Paulo por um dia, pois os serviços prestados pelo governo estavam todos fora do ar, as empresas sem conexão com o mundo exterior e os usuários do speedy offline. Por um momento, parecia um caos do novo milênio, mas serviu para refletir e ver o quanto somos dependentes da Internet no mundo moderno.
A Internet está em todo lugar e sempre presente na nossa vida, mesmo para aqueles que tem medo de computador, porque sem ela não teríamos os serviços bancários, os serviços públicos e muitos outros que são conectados os terminais e servidores através da grande rede. Fora isso o país ontem deixou de movimentar milhões de reais em compras e vendas online, muitos casais deixaram de se conhecer e as pesquisas escolares atrasaram.
Mas quem percebeu isso? As pessoas só estavam preocupadas no retorno da Internet e em buscar informações do que aconteceu. Felizes daqueles usuários da rede WAP ou 3G, que continuaram com acesso a Internet, e abasteceram a rede com notícias do caos que se encontrava São Paulo. Nós, que temos blogs ou sites, torcíamos para que normalizasse logo e as perdas fossem minimizadas, mas mesmo assim todos sentimos mais ou menos 30% a menos nas visitas durante o dia.
O caos só não foi pior porque o trânsito de São Paulo e o transporte público estavam normais (se é que podemos chamar de normal), pois os correios continuam em greve. A coisa complicou ontem e muitos, hoje, pensam em como vão fazer para arrancar um dinheiro da telefônica pelo prejuízo, mas a coisa normalizou e amanhã ninguém lembrará mais do ocorrido até o próximo apagão.
Com a chegada do inverno vários eventos acontecemuase todos em parques de exposições, campos de futebol ou ao ar livre como manda a tradição dos eventos para grande público.

Como o fator custo deve ser super reduzido e o tempo normalmente é pequeno, as empresas contratadas para a montagem da estrtura de palco, apoio e som podem não estar preparadas para um evento digamos assim de médio porte e acabam por montar a estrutura sem a devida segurança necessária.
Tivemos dois exemplos neste fim de semana, onde parte do palco que aconteceria o show com Jorge Ben Jor caiu ferindo três pessoas e o “teto” do palco onde aconteceria o show do capital Inicial também caiu ferindo, também, três pessoas da produção. As duas quedas aconteceram ainda na montagem e na passagem de som, o que diminuiu o problema, mas poderia acontecer durante o show e, com certeza, seria uma catástrofe.

Imagem da parte do palco que caiu
Esses acontecimentos devem servir de exemplo e nos abrir os olhos para que tenhamos cuidado em eventos montados com estrutura metálica (tipo andaimes). Um acidente dessse nível, durante o show, seria tido como uma tragédia e muitas pessoas teriam saído feridas, tanto pela queda do palco como pela correria.
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A prefeitura de São Paulo criou o cidade limpa, para eliminar a propaganda externa (como banners, fachadas, letreiros, placas, faixas, etc.), mas está tendo problemas com uma garota de programa ou massagista erótica, dependendo do valor combinado, que tem espalhado faixas pelo bairro de Moema (zona sul).
As faixas dela já lhe renderam R$ 120.000,00 de multas aplicadas pela subprefeitura de Vila Mariana, desde 06 de setembro. O único problema é que por ser uma pessoa física a prefeitura não tem para onde enviar as multas. A solução encontrada foi emiti-las no nome do proprietário do imóvel, que nada tem haver com isso.
O caça-faixa, que era uma carrocinha de cahorros e foi adaptada para retirar as propagandas irregulares, não está dando conta, pois eles tiram as faixas e a Lorrane coloca novamente no mesmo lugar.
“É uma coisa infernal. Ela é superesperta. As faixas ficam justamente onde os carros param”, diz Regina Moteiro, diretora da Emurb e mentora da Cidade Limpa.
Nos próximos dias, a subprefeitura planeja uma ação conjunta com a Polícia Civil para lacrar a casa de Lorrane e colocar blocos de concreto fechando a entrada. O que não impede a mudança de endereço ou que ela pare de colocar faixas em locais públicos.
Vamos ver quem ganha essa queda de braço.
O Sistema Nacional de Identificação Automática de Veículos (Siniav).que consiste basicamente na instalação de chips no pára-brisas dos veículos automotores contendo dados dos veículos como o Renavam, placa e chassi, que poderão ser identificados através de antenas instaladas em pontos estratégicos das cidades. As informações contidas na etiqueta são o Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam), placa e números do chassi. O Siniav tem por objetivo aperfeiçoar a gestão do tráfego e a fiscalização de veículos, e promete ainda aumentar a segurança da população.
Os carros que possuem impostos atrasados ou problemas com IPVA, multas e licenciamento também serão identificados – assim como carros roubados. Nestes casos, serão realizadas operações policiais seletivas.
O estado de São Paulo será o primeiro a colocar o Siniav para funcionar e tem a espectativa de que até 2009 já estejam todos os carros licenciados e em dia com o chip instalado no parabrisas.
O governo acredita que até 2012 todos os carros do país já esteja com o chip instalado e as antenas já estejam espalhadas por todo o país. A idéia do sistema é inibir o roubo de carros e a falta de pagamento de impostos por parte dos motoristas, mas o sistema tem alguns problemas que podem dar alguma dor de cabeça para os proprietários: Caso seu veículos seja roubado e recuperado, o DETRAN necessita que a policia de baixa em seu sistema para que o carro seja retirado da lista negra de roubados e caso você esteja circulando com seu carro sem essa baixa, será confundido com o ladrão do seu próprio carro e receberá voz de prisão, como aconteceu no Rio de janeiro com um motorista.
Se quiser saber mais sobre o sistema RFID (Radio Frequency Identification) acesse este link
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