É impressionante o que é feito quando morre um astro internacional ou até mesmo um nacional, que tenha grande impacto na sociedade (como exemplo podemos citar Ayrton Senna). Eu acho incrível a falta de respeito a pessoa que está ali nos seus últimos momentos ou depois que ela já morreu.

Com a morte do rei do POP, Michael Jackson, pudemos ver que o sensacionalismo ainda é um ponto explorado por todas os meios jornalísticos e mídias.

Um exemplo da falta de respeito pelo cantor foi a publicação de uma foto pelo Entertainement Tonight onde aparece o rosto do cantor,  entubado e sendo transportado para o hospital.  Segundo o site, está seria a última fotos do cantor em vida. Já a CNN, em sua cobertura mostrou, em vídeo, o corpo do cantor sendo retirado do helicóptero e sendo colocado em um furgão.

Porém o Pior de todos foi a machete do Jornal Meia Hora, do Rio de Janeiro, que trouxe a seguinte manchete Nasceu negro, ficou branco e vai virar cinza”, em sua capa. Eu particularmente achei de super mal gosto a frase que foi utilizada e de um sensacionalismo gigantesco.

michael jackson - jornal meia hora

Além disso, agora surgiram aqueles amigos confidentes com várias historias ou estórias para contar, que jamais saberemos a verdade já que o cantor não está mais aqui para se defender e falar a verdade. Até agora a que mais me impressionou e me deixa, realmente, na dúvida sobre a sua veracidade foi a que o mágico Uri Geller trouxe a tona. Segundo ele o cantor o confidenciou que não queria se parecer com o seu pai ( “Eu não queria parecer com o meu pai” ) e por isso começou a sua trajetória de tratamentos e cirurgias que o deformaram.

Até onde é válido esse sensacionalismo barato a que estamos tão acostumados a ver? Deveria-se ter um limite para não se desrespeitar a pessoa e sua família? Estas são questões a serem discutidas e devem ser revistas pelos jornalistas e suas mídias,  que hoje só pensam na venda e no lucro que pode lhe trazer.

Televisão e Revista

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Na semana passada o Dr. Nacir Salles me informou que o Blog do The Best tinha tido um destaque no seu programa na TV Clima Tempo (Sky) e nos canais abertos associados. Porém, na correria, acabei esquecendo de informar aos leitores do blog essa honra que foi poder estar presente na lista de colaboradores citados pelo Dr. Nacir.

Abaixo segue o vídeo do Dr. Negociação que fala sobre empresas que crescem na crise, tratando do mercado de  marketing que cresce muito na necessidade de venda das empresas. O programa vai ao ar toda Sexta-feira às 23:00hs e tem reprises aos Domingos às 18:00 hs, Segundas às 23:30 hs e Quarta às 00:30hs, com conteúdo voltado a empresários e empreendedores.


Dr. Negociação – Eles Crescem na Crise from Nacir Sales on Vimeo.

Peço desculpas a todos pelo atraso e deixo meu muito obrigado especial ao Dr. Nacir Salles pela oportunidade.

Blog do The Best

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Hoje, participei de um debate muito interessante, organizado pelo Instituto de Estudos de Televisão, que tinha como tema Linguagem e Experimentação – Transgressão e renovação: as novas formas de humor na TV brasileira, com a participação de Marcelo Tas (Apresentador do CQC / Band), Diego Barredo (Diretor do CQC / Band), Raquel Affonso (gerente de programação da MTV Brasil), Marcelo Adnet (Apresentador do 15 minutos / MTV Brasil) e Sabrina Sato (apresentadora do Pânico na TV).

 Linguagem e Experimentação – Transgressão e renovação: as novas formas de humor na TV brasileira

O evento só não foi melhor porque a organização dele deixou muito, mas muito mesmo, a desejar na entrada e no tamanho do auditório onde foi realizado o evento. A distribuição de senhas para o auditório foi muito confusa para um auditório muito pequeno (cerca de 80 lugares), em que a organização inscreveu gente demais (tinham cerca de 200 pessoas na fila). Niguém ficou sem curtir o debate, pois tinha um telão disponível para o pessoal que não conseguiu entrar no auditório. Há de se convir que para um debate onde teriamos uma audiência grande o auditório deveria ter, no mínimo capacidade para 200 pessoas. 

Já dentro do auditório acomodado, ficamos cerca de 1 hora aguardando o início do debate, que estava marcado para 19:00 hrs e somente se iniciou às 20:10 hrs, com a apresentação de filmes dos patrocinadores. Terminado todas as preliminares, chegou a hora da entrada dos convidados e da apresentação da mediadora.

Foi debatido sobre vários assuntos, mas a palavra que reinou durante o debate inteiro foi “ousadia“. Todos os participantes concordaram que o formato de programas humorísticos de hoje estão defazados e com modelos que o público não aguenta mais, e a única maneira de se reverter isso é ousando e inovando.

Diego Barredo, Marcelo Tas e Marcelo Adnet

Marcelo Tas explicou todo o processo da chegada do CQC no Brasil e deixou bem claro que o formato do programa é de fazer um jornalismo sério, porém muito bem humorado, o que não tem nada haver com o formato do Pânico e do Casseta e Planeta. Também falou um pouco dos problemas que o programa teve com processos e a censura no Congresso Nacional.

O Diego Barredo quase não falou, pois estava muito tímido. Ele explicou como foi o casting dos integrantes do CQC e, também, falou um pouco do formato e do sucesso no Brasil.

O Marcelo Adnet explicou como foi a sua chegada na MTV e o processo de migração do Teatro para a televisão. Segundo ele o processo foi natural e bem simples, porém a decisão de como seria o formato do programa demorou 5 meses e somente foi finalizado no dia da gravação do primeiro programa.

Já a Raquel Afonso falou um pouco do processo de seleção da MTV, que é feito via internet, e mostrou um vídeo com vários programas de humor da rede. Ela também deixou claro que a intenção da MTV é colocar uma programação na internet, para que o público tenha acesso aos seu programas online.

Já a Sabrina Sato, podemos dizer que ela não sabia o que estava fazendo ali e nem como a coisa iria acontecer, mas abilhantou o evento com a sua beleza. Ela falou um pouco de como são feitas as pautas do pânico e como basicamente é o dia a dia dela lá dentro. Com muitos Ahn? Como? e a introdução enfática nas suas repostas “Eu acho que …” teve uma participação legal e divertida, sem acrecentar muito na transgressão.

Foram feitas várias perguntas aos convidados, inclusive do pessoal que estava no telão. Elas foram devidamente respondidas, mas não me lembro de nenhuma que valha uma menção aqui.

Uma falha no evento foi que o Wifi, logo assim que iniciou o debate caiu e não voltou mais, o que é inaceitável dentro de uma estrutura da OI (provedora do serviço Velox). Eu não pdia deixar de mencionar também que mesmo começando com atraso o debate terminou em cima do horário determinado, 22:00 hrs.

A minha opinião sobre o debate é que ele foi muito divertido e proveitoso, pois grandes idéias foram mostradas por pessoas que vivem da mídia e um ensinamento, muito importante, foi dado ” Tenha ousadia no que você vai fazer”.

Eventos, Televisão e Revista

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O jornalismo sempre foi muito agressivo e algoz para ter furos de reportagem ou entrevistas exclusivas, mas isso desde a época que somente tinhamos o jornal impresso. Depois que a televisão se tornou um meio popular e os telejornais ganharam o status de principal fonte de notícia da população, a agressividade pela audiência se tornou impossível de ser controlada.

Nas emissoras que tem um índice de audiência menor, como a redetv, record e sbt, fazem a notícia de crimes com alguma repercussão gerada pela Globo, virarem sensasionalistas e passam a ocupar a maior parte de sua programação diária semanal. Mesmo quando o crime termina, independente de como, a notícia ainda perdura por algumas semanas.

Manipulação e sensacionalismo no jornalismo da televisão
Imagem por Crucsou-Barus

Foi assim nos últimos casos de grande repercussão, o da menina Isabella e o da jovem Eloá, em que a mídia sensacionalista somente atrapalhou as investigações e as negociações nos casos, respectivamente. té que ponto os jornalistas se preocupam com responsabilidade deles ao atrapalhar o trabalho da polícia, que já não é tão bem treinada assim para casos de repercussão e negociações longas e profissionais.

No caso Isabella, as emissoras contrataram peritos profissionais para darem pseudos laudos do que poderia ter acontecido, entrevistaram testemunhas, motaram campana na porta do prédio e na casa dos Nardoni, entrevistaram os acusados antes da polícia e muitas outras coisas que não me recordo. Já no caso Eloá, o excesso foi bem maior, eles simplesmente montaram campana 24hrs, mostraram ao vivo toda a movimentação do sequestrador e da polícia, antecipavam os passos da polícia, entrevistavam o sequestrador e mantinham o seu telefone celular ocupado o tempo todo, culparam a polícia por falta do efeito surpresa e muitos outros erros que passaram do limite, porém nenhum superou a equipe da Sonia Abraão que se passou por negociador da polícia para falar com o Lindberg.

O jornalismo televisivo tem o poder de manipular a opinião pública e fazer cm que inocentes virem culpados e culpados virem inocentes. Como a repercussão é grande e a audiência é grande vale tudo para manter o assunto na pauta do dia. É impressionante como o próprio público não se ve manipulado pelas emissoras e não percebe que ora eles lhe colocam com ódio eterno do bandido e ora eles te fazem sentir pena dele.

O pior é que nos próximos crimes que houver cobertura da televisão será feito o mesmo tipo de sensacionalismo e cobertura irresponsável, pois não há ninguém no país que possa proibir esse tipo de coisa. E a proibição do sensacionalismo, mesmo que qm busca da segurança da vítima, será tachada de censura ou de obstrução da notícia para a população.

O mesmo começa a acontecer na internet que tem uma audiência mais fiel e que está migrando cada vez mais da televisão. Porém eles não estão acostumados com textos muito elaborados e com opiniões bem desenvolvidas, com isso acabam indo para os portais de notícias convencionais e manipuladores.

Televisão e Revista

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Eu fico muito feliz quando vejo celebridades enganjadas em projetos que visam a informação sobre doenças graves, campanhas de doações ou arrecadamento de fundos para pessoas doentes. Não pelo apelo social que eles vão ganhar ou deixar de ganhar com isso, pois a imagem deles com certeza não será desmerecida por ter feito ou não a campanha, mas muitos deles pensam nos próprios bolsos e preferem que sejam pagos para isso.

A maioria do grandes artistas só se propõe a fazer a campanha depois que eles passam a ter a doença ou quando alguém muito próximo a adquire, poucos são os que vão por vontade própria, e isso dificulta na parte que leva o apelo as classes mais carentes que estão acostumados a ve-los em trabalhos na televisão e os conhecem.

O que me levou a escrever esse post foi que os Simpsons, liderados pelo imortal Homer, fizeram um filme para uma campanha contra o câncer. O que faz a penetração profundidade da campanha chegue as crianças e aos adolecentes, que assistem à familia Simpsons mesmo sendo um desenho mais para os adultos.

Veja o vídeo dos Simpsons (em inglês):

Outra campanha que muito me agradou foi uma feita para os transplantes de orgãos, pela Santa Casa, que mostra como uma pessoa se mantem viva mesmo depois de sua morte, através de seus orgão doados. Sem contar que é uma iniciativa nobre doar seus orgãos a uma pessoa que precisa.

A doação de orgão é um ato voluntário que pode salvar algumas vidas. existem poucas restrições a serem respeitadas para a doação de orgãos, basicamente você não pode ser portador de doenças infecciosas ativas, portar HIV ou HTLV.

O risco de você doar um orgão sem estar morto (está é a maior preocupação do doadores) é quase nula, pois com o avanço da tecnologia o erro médico nesta área se resume a uma porcentagem tão pequena que estatisticamente é nula. O que pode acontecer é a sua família decidir por não doar seus orgão depois que você morrer e os médicos mesmo sabendo que era a sua vontade, em vida, não podem fazer nada. Por isso é importante conversar com a sua família sobre isso para que a sua vontade seja feita na hora que for preciso (espero, de coração, que demore muitos anos para que ela tenha que tomar essa decisão, mas um dia todos iremos morreremos).

Veja mais informações sobre a doação de orgãos – Clique aqui ou Clique Aqui

Veja o vídeo da campanha:

Saúde

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